quarta-feira, 18 de maio de 2016

O PODER DO TOQUE - - O BEM-ESTAR ATRAVÉS DA SENSAÇÃO DO TOQUE - Artigo do Dr Robson Hamuche

O PODER DO TOQUE

Nascemos para sermos tocados. Precisamos que nos toquem. Dependemos disso para viver em paz. E somos infinitamente mais felizes quando recebemos de cada relação afetiva a quantidade certa de abraços, beijos e outros gestos de afeto. Disso quase toda a gente sabe. Mas até que ponto estamos conscientes do PODER do toque? Será que valorizamos na medida certa os gestos de afeto?

Instintivamente, (quase) todos os pais e mães que conheço tocam com frequência e com carinho nos seus bebés. Dão-lhes colo, fazem festas e enchem-nos de beijinhos. Há uma hormona que dá uma ajudinha neste processo de ligação – a oxitocina. E ainda bem que assim é. Afinal, o toque é o primeiro sentido a ser desenvolvido e é a forma de mostrarmos aos nossos bebês que gostamos deles. Sabia, por exemplo, que as crianças que recebem poucos gestos de afeto sofrem um forte impacto ao nível do seu desenvolvimento? É verdade! Precisamos – literalmente – que nos toquem para que possamos desenvolver-nos – física e emocionalmente- de forma saudável.

E na idade adulta? Que poder têm estes gestos? Serão igualmente poderosos? Sem dúvida! As investigações feitas nesta área mostram, por exemplo, que o toque tem um poder terapêutico e que é muito mais provável que encaremos alguns tratamentos mais invasivos como menos dolorosos quando há alguém de quem gostamos a segurar a nossa mão. Isso é visível nos tratamentos oncológicos, por exemplo. Não é magia. É amor!

Mas há mais. Há muito mais. Se estivermos descontrolados, há uma probabilidade muito maior de sermos capazes de controlar a nossa fúria ou a nossa ansiedade se houver alguém de quem gostamos a tocar-nos. Às vezes basta passar a mão pelo rosto ou pelo braço da outra pessoa para observar mudanças que não ocorreriam com a tomada de um calmante.

É através do toque – mais do que através de palavras – que dizemos “gosto de ti”. É através do toque que nos ligamos, que criamos laços afetivos. É por isso que nenhuma relação amorosa está realmente segura se não houver miminhos com regularidade. Sabia que os casais que raramente se tocam estão muito mais vulneráveis ao divórcio? Ou que as pessoas que recebem abraços, massagens nas costas e beijos na boca com frequência têm menor probabilidade de sofrer de hipertensão arterial?

O toque é poderoso desde o dia em que nascemos até ao dia em que morremos. Sabia que os idosos se sentem muitas vezes indesejados ou “a mais” simplesmente porque já não há quem lhes dê estes mimos? Ou que a mortalidade é muito maior entre aqueles que não são abraçados com frequência?

Nós não permitimos que qualquer pessoa nos toque. Não andamos por aí a distribuir abraços. Mas talvez devamos parar para pensar se temos distribuído bem os nossos gestos de afeto. Afinal, todas as pessoas de quem gostamos merecem sentir os efeitos positivos do nosso toque. Ou não?



Republicação do artigo do site www.revistapazes.com

Terapeuta Transpessoal


O ENCANTO DAS ONDAS - A trajetória de um jovem em busca de um sonho - Por Neo Cirne

“O ENCANTO DAS ONDAS”


Hoje abro um espaço especial para falar de um jovem que sempre apreciou os esportes. Falo de Igor Hossmann Filho, fotógrafo brasileiro elogiado e respeitado no mundo do surfe. No futebol arriscou precocemente uns dribles na Escolinha de Futebol do Vasco. Treinou durante quase um ano, mas depois de um tempo disse: ESSA NÃO É A MINHA PRAIA. 
Seguiu buscando outro esporte para se dedicar. Passou por vários: basquete, voleibol, natação e finalizou sua série de tentativas com o tênis, esporte que seu pai praticava muito bem. Depois de muitos saques, forehands, backhands, smash, lobs e voleios e uma temporada inteira sem observar evolução capaz de inseri-lo em competições mais difíceis, pois eram caríssimas, pensou: ESSA NÃO É A MINHA PRAIA.


Mudança de Rumo

No dia seguinte em que largou o tênis foi para a praia do Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, lugar que gostava de contemplar. Arriscava algumas braçadas e deslizes em sua prancha de surfe. Ali, naquele momento contemplativo e de grande prazer, observando o encanto das ondas em seu movimento constante, pensou ‘sempre sonhei em perenizar o momento do deslize sobre a onda, ele dura tão pouco’, e tomou uma decisão, AQUI É A MINHA PRAIA! 


Preciso materializar esse momento e ajudar a divulgar esse esporte tão bonito, pediu emprestada uma câmera fotográfica aquática a um amigo (Lucas Freitas) e disse-lhe: você surfa e eu fotografo. Assim, foram pro mar conseguindo lindas fotos. 


Com a ajuda do pai comprou uma câmera GoPro (amarelinha). Ele, a prancha e a câmera, um conjunto perfeito adequado a fotografar as belezas do mar. O jovem Igor, tinha apenas 14 anos. Os dias foram passando de forma intensa e naquele ano ele foi para Papiline, no Havaí, para fotografar a etapa final do Campeonato Mundial de Surfe, conquistado por um brasileiro, Gabriel Medina, era dezembro de 2014. No meio de ondas enormes e perigosas, Igor ganhou o prêmio de 'Revelação Internacional' por suas fotos belíssimas.



Hoje, Igor Hossmann está prestes a completar 17 anos no dia 01 de junho e para minha felicidade, pois sou seu avô, vi sua foto postada na capa da Revista Fluir, uma das mais qualificadas no Mundo do Surfe.


Meu neto, valeu! Que Deus continue lhe abençoando e protegendo. Afastando-o dos perigos que o encanto das ondas traz junto com a beleza plástica desse esporte lindo que você adotou.

Todos nós temos um momento na vida em que despertamos e encontramos nosso caminho. O seu está ligado ao Mar, misterioso mar, que nutre e fortalece a Terra.

Parabéns, Iguinho querido, pelo seu aniversário que se aproxima. Felicidades!


Amigos de UBAV-BRASIL, vocês puderam conhecer um pouquinho de um menino bom, de aura clara, que com muito orgulho e vibração apaixonante retrata o encanto das ondas do mar.


Tim-Tim!

Neo Cirne
Colunista de UBAV-BRASIL

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