segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

DIGA NÃO AO DIABETES! - - Experiência pessoal e comentário de Neo Cirne - - (SAÚDE)

- DIGA NÃO AO DIABETES! -



O paciente diabético é um candidato a ter uma vida cheia de restrições e dor, porém esse prognóstico pode ser mudado, eu sei, pois sou diabético há mais de 20 anos. Sou filho de mãe diabética (tipo 1), que faleceu com 56 anos, com problemas cardiovasculares agravados pela doença e, de um pai, que faleceu aos 73 anos, pois estava ficando cego e impossibilitado de andar. Ele possuía o diabetes do tipo 2.

Até os quarenta anos eu nem imaginava que pudesse ter o problema, mesmo com um grande fator hereditário. Minhas taxas glicêmicas eram sempre na faixa de 100 mg/dL, sentia-me bem. Quase não consumia açúcar, fazia atividade física regularmente e tinha uma vida normal.

Até que um dia, recebi em meu consultório uma cliente que seria submetida a um procedimento cirúrgico-periodontal extenso. Pedi-lhe que fizesse uma série de exames sanguíneos, dentre eles a glicemia. Quando ela retornou para a consulta e marcação, mostrou-me o resultado e a glicemia beirava a casa de 200 mg/dL, o normal é até 100 (até 120 eu faria o procedimento, desde que ela tivesse atenção com seu tratamento endocrinológico). Marquei a cirurgia para duas semanas depois. Ela compareceu com um dosador de glicose, onde aferiu na minha presença seu índice, estava no limite. Ficou feliz e eu realizei o procedimento com sucesso. 
Ao sair, ela me perguntou se eu não queria tirar uma gotinha de sangue para saber a minha glicemia, disse-lhe que não, que ainda tinha um cliente para atender. Ela insistiu, cedi ao seu pedido. Tirei a gotinha de sangue e levei ao dosador, vocês nem sabem o quanto revelou meu índice glicêmico. Quanto foi? Vou dizer: Foi 325 mg/dL. Naquele dia eu nem tinha almoçado direito (comera pouco) e estava no fim da tarde. Nossa, que índice alto, pensei.

Imediatamente, mandei a secretária remarcar meu último cliente para outro dia e fui correndo para um cardiologista, muito amigo. Ele mandou correr um eletrocardiograma e me deu um remédio para baixar o índice glicêmico, desde este dia eu reconheci que era diabético, e nunca mais minhas taxas atingiram um número normal. Eu também observei que o aumento da glicose circulante em meu sangue, aconteceu após a perda de minha esposa e filha, um golpe duríssimo que tirou meu organismo dos seus padrões normais. Andava muito abalado com as perdas.

Hoje em dia, com mais de 60 anos, eu faço dieta leve, reduzo a ingestão de açúcar e carboidratos, faço exercícios suaves e hidroterapia. Porém, as sequelas da doença começam a aparecer, tais como, dormência nas pernas, boca seca e um sono muito fraccionado pelas idas ao sanitário. Raramente, consigo dormir direto. 

Falei sobre o meu caso, para dar mais um testemunho de quão silenciosa é esta doença. Portanto amigos, todo cuidado é pouco, procure seu médico.


Trecho de matéria especializada:

Considerado como uma epidemia mundial, o diabetes acomete atualmente quase 200 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Só no Brasil existem 12 milhões de diabéticos. Os números são assustadores, e apesar de ser uma doença crônica, hoje com o avanço da medicina é possível viver bem com ela, e principalmente, prevenir seu surgimento.

O que é o diabetes?
Apesar de não ser uma doença cardiovascular, o diabetes tem estreita ligação com o sistema vascular e sanguíneo. Diabetes mellitus é uma síndrome que se caracteriza por níveis de glicose elevados no sangue (hiperglicemia) e distúrbio do metabolismo de gordura e proteínas. “Decorre da falta do hormônio insulina ou da resistência à sua ação, isto é, incapacidade da insulina exercer seus efeitos adequadamente; geralmente, as duas alterações coexistem e decorrem de fatores genéticos e ambientais de predisposição”, explicou a endocrinologista Maria Elisabeth Rossi da Silva.

Existem dois tipos de diabetes, o Tipo 1 que aparece em decorrência de fatores genéticos e o Tipo 2, que aparece na fase adulta, devido a maus hábitos de saúde.

(Parte do texto de Natáia Negretti, para a revista Você Saudável da  Editora Alto Astral)



CONSIDERAÇÃO FINAL:

Quando o diabetes é diagnosticado, algumas coisas têm que mudar, mas isso não significa que a sua vida deva ficar sem graça.  Era importante falar um pouco do diabetes, uma doença que tem me tirado o sono e a paz. Tem aumentado muito a minha intranquilidade na alimentação e nos meus hábitos para evitar acidentes, principalmente nas pernas. Feridas nos pés, têm levado a mutilações e ao óbito muitos diabéticos. Todo cuidado é pouco, pois não se brinca com uma doença que pode levar à morte!

Por isso, meus amigos queridos, volto a dizer que a prevenção é essencial nos dois casos, seja o diabetes do Tipo 1 ou Tipo 2. Não relaxem com a alimentação, com os exercícios e com a medicação. Só assim, teremos uma vida feliz, longa e saudável. O diabético Tipo 2 tem muito mais possibilidades de controlar a doença e conquistar uma boa qualidade de vida.  


Tim-Tim!

Experiência pessoal e comentário pessoal de:  
Neo Cirne
Colunista de UBAV

Esqueceu? Azeite - - - Dicas importantes para ter uma boa memória - - (NUTRIÇÃO)

Esqueceu? Azeite.

Se você anda com problemas de memória,
lembre-se de que o azeite pode ser muito útil.

Seja qual for o seu estilo de vida, uma coisa é certa: na correria do mundo atual, sobram coisas com que se preocupar, tudo ao mesmo tempo. E, não por acaso, a memória sofre com o acúmulo de informações, seja você o estudante que precisa guardar uma quantidade esmagadora de fórmulas e equações para o vestibular ou alguém que precisa conciliar os compromissos familiares, profissionais e pessoais.

Como se lembrar de tudo?
É natural que o cérebro sofra com todo esse desgaste e, de repente, aquele horário no médico, o número do telefone do trabalho ou o aniversário de alguém querido acabe passando batido, e isso pode acarretar muitos problemas. Se essa overdose é inevitável para o ritmo frenético da vida moderna, um alimento dos mais antigos pode ajudar a contornar esse dilema. O óleo de azeite é composto em 99% por triglicérides, formados por uma molécula de glicerol e três ácidos graxos - categoria em que se enquadra a família dos ômega 3, 6 e 9.

Os nutrientes presentes nos ácidos graxos são importantes na produção das membranas que envolvem as células do organismo humano. No caso do sistema nervoso, impulsos elétricos entram e saem do cérebro a todo instante, daí a importância de, nas células nervosas, tais membranas apresentarem permeabilidade e fluidez na medida certa para que a eletricidade percorra os neurônios da melhor maneira. Assim, a memória também sai ganhando.

“O azeite, por ser uma gordura de boa qualidade, irá auxiliar na formação de células nervosas saudáveis, além de desempenhar importante atividade antioxidante, o que irá prevenir a degeneração dessas células no cérebro, contribuindo então para a manutenção do sistema nervoso saudável”, atesta a nutricionista Suzana Machado.

Sempre alerta
Problemas de memória sempre foram associados com a idade. Por isso mesmo, a maioria das pessoas relacionadas ao assunto tem o foco em pessoas idosas. Porém, um estudo realizado na Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos, mostra que o ômega 3 do azeite também pode ajudar a quem é mais jovem a não ter momentos de esquecimento. Para o experimento, foram selecionadas 15 pessoas com idade entre 18 e 25 anos. Durante seis meses, todas elas consumiram diariamente um suplemento contendo dois gramas de ômega 3 - que pode ser encontrado em peixes, na linhaça, na castanha e no azeite. Quando submetidas a teste envolvendo a chamada memória de trabalho, seu desempenho foi nitidamente melhor do que o apresentado nos seis meses anteriores. A memória de trabalho, ou memória curta, está relacionada ao armazenamento temporário de informações. É graças a ela, por exemplo, que uma pessoa lembra que o fogo está ligado para cozinhar enquanto presta atenção ao noticiário da televisão.

Portanto, se quer ter uma melhor qualidade de memória, evitando desagradáveis incidentes ou não esquecer os filhos na escola, enquanto faz as compras, fica a dica!


Texto de Marcelo Ricciardi / Consultoria: Suzana Machado
Fotos: meramente ilustrativas  da web



OPINIÃO TIM-TIM
Durante anos, trabalhando na área de saúde, observei a indicação do uso do azeite de oliva, para melhorar a saúde, sempre com excelente resultado. A memória não é somente o único segmento corporal que lucra com o hábito de adicionar à dieta diária uma colher do valioso alimento. O azeite é bom para o funcionamento de todo sistema nervoso, ajuda a manter uma boa glicemia, a equilibrar a pressão sanguínea, além de ser uma fonte preciosa de energia.

Li essa matéria num e-mail e achei bem interessante socializar a informação com vocês.  Aproveito para desejar a todos uma excelente semana, sempre com Deus no coração, otimismo, saúde e alegria.

Tim-Tim!


Neo Cirne

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