sexta-feira, 24 de junho de 2016

ATRAÇÃO FATAL - - Uma mensagem importante de Içami Tiba - Comenta: Neo Cirne

ATRAÇÃO FATAL

Ela se aproxima dos adolescentes tal qual uma mulher
 disposta a conquistar um homem: mexendo com seus desejos e fantasias.
Da paquera ao casamento, saiba como acontece o assédio das drogas.



  Amor é vida. O mais sublime dos sentimentos revoluciona as leis da matemática: quanto mais se dá mais se multiplica e fortalece. O Amor une o homem e a mulher para que juntos, constituam uma família e cresçam lado a lado.
  No extremo oposto, a droga também seduz e envolve, iniciando uma relação que pode ir da paquera ao casamento. mas, em vez de libertar o ser humano, a droga escraviza.

  Como pedras preciosas antes do polimento, as drogas não têm nenhum poder de atração. São seres inanimados. O que as faz atraentes são os comerciais. Eles vendem o glamour e todo clima de poder, conquista, sucesso ou alegria associado ao uso.

  Toda vez que uma criança assiste um programa de TV mostrando uma situação prazerosa associada ao cigarro e ao álcool, por exemplo, a sua cabeça está sendo feita. Aquela imagem é recebida num ambiente familiar, tornando seu conteúdo também familiar.
  
  Além disso, é muito comum presenciar os pais, familiares e amigos da família tomando aperitivos ou fumando, o que aproxima mais o álcool e o cigarro da criança.

  Assim, a droga já começa a 'paquerar' a criança e o adolescente muito tempo antes de eles demonstrarem qualquer interesse por ela.

  Depois, vem a primeira experimentação, o "ficar", que os jovens tanto conhecem nos seus relacionamentos afetivos. Não se estabelece nenhum compromisso entre os dois, que continuam livres e abertos a outros "relacionamentos". 
  Assim como alguém já "ficou" com alguém tem o caminho aberto para novas "ficadas", quem já experimentou uma droga fica bastante vulnerável ao desejo de repetir a experiência. Quanto maior for o prazer na "ficada", isto é, na primeira experiência, maior também será a vontade de voltar a "ficar" ou usar aquela droga novamente.

  Usos esporádicos, sem muito envolvimento, correspondem ao "rolar". Há um antecedente que favorece novas "ficadas" e um compromisso relativo. Quem está no "rolo" já sente ciúme e mágoa quando é preterido. Tem vontade de "encontrar" a droga e se decepciona caso não possa desfrutá-la.

  Quando começa a "namorar", já existe um compromisso. A droga assume papel importante em sua vida. Ele compra a droga, evita as atividades costumeiras para poder usá-la, fica ansioso quando está longe dela.

  O "casamento" acontece quando se passa a viver em função do uso. E, independente da droga escolhida, o final será sempre destrutivo.



BRINCANDO COM FOGO 

Proibida a venda de álcool para menores de 18 anos 

Na lei e na educação, existe proibição de bebidas alcoólicas para menores. Alguns adultos gostam, porém, de fazer a criança experimentar. "Vai ficar com vontade..." Muita gente acredita que criança não pode passar vontade. Antigamente se dizia que um desejo não atendido provoca mais vontade em satisfazê-lo. Na visão moderna de alguns pais, não se deve pôr limites. Criança tem direito a tudo que tiver vontade. Trata-se de uma pseudo-democracia que esconde a vontade de dizer não. A criança ainda não está capacitada de decidir se deve ou não tomar uma bebida alcoólica, muito menos fumar.

Há adultos que chegam ao cúmulo de colocar o copo na boca da criança, ou molhar a chupeta na bebida, sem dar tempo que a criança crie um clima de "paquera", atropelando assim as vontades dela. O "primeiro gole" acontece antes mesmo da criança, ou púbere, ter independência de ação. E a experimentação é muito rápida. 

Assim, como se prepara para ir a uma festa e "ficar" com uma menina, uma expectativa semelhante toma conta dele ao experimentar a primeira cerveja longe dos olhos dos pais. É mais gostoso "ficar" com alguém que já se paquerou antes. Se ele gostar, sem dúvida irá repetir a experiência Do contrário, poderá fazer outra tentativa. Nessa fase  em que a sua identidade está sendo construída, se todo mundo gosta e ele não, conclui que deve haver algo errado com ele. 

Pra resumir, dos primeiros porres ao efeito nocivo e degradante do álcool é só um caminho, que poderá levá-lo da euforia à doença hepática crônica ou à degradação moral. Observem que essa caminhada fatal, dependerá somente da eleição da droga que mais der prazer.

Içami Tiba

Fonte: Mensagem extraída do livro Anjos Caídos - Editora Gente



  OPINIÃO TIM-TIM



  Não fazemos apologia ao álcool, mesmo achando que, um drink em família, uma celebração, um brinde nada tem de ofensivo. Desde de que o mundo é mundo que o álcool está presente na vida de todos. Ele até faz parte de muitas celebrações religiosas. Porém, entendemos que o alcoolismo é uma tragédia nacional.

  O que mais me assusta é a "adoração" ao álcool e outras drogas. Daí, ocorre o que o Dr. Içami Tiba chamava de casamento com a droga, que certamente é um caminho destrutivo. 

   A medida que os problemas sociais avançam, aumentam o consumo das drogas em todos os níveis sociais. A sensação de fuga da realidade estimula o uso das drogas, principalmente os jovens. Alguns usam as drogas primárias, fumo e álcool, outros saem em busca de um "barato" maior, e lançam-se no consumo de drogas como a maconha, a cocaína, a heroína e drogas sintéticas (como o Êxtase) que atuam diretamente no Sistema Nervoso Central, levando ao total descontrole de suas ações. 


Muitos jovens usam as festas raves para se drogarem, com o som das músicas eletrônicas, tocadas de forma repetida e muito altas, chegam a entrar em transe. Esgotam suas energias, sentem necessidade de reporem líquidos e fazem um elo inseparável com a bebida alcoólica (no mínimo). Outros mais pobres, cheiram pelas esquinas uma droga mais letal, o crack. 



  A vida é o maior patrimônio da gente e devemos zelar por nossas saúdes. Os pais têm a missão fundamental na diminuição do interesse da criança ou adolescente pelo caminho das drogas e o maior dele passa pelo 'exemplo' e 'observação', sim, observar. Pois, existe um velho ditado que diz nós educamos nossos filhos para a vida e a "rua" (convívio com outros jovens) deseduca. É sempre bom zelar por seus filhos observando seus hábitos e orientando-os sempre quanto as suas amizades. Evitando que eles façam da droga, uma estrada que os conduzirá a alienação. 
A droga possui uma imensa atração fatal, todo cuidado é pouco!


Pensem nisso!



Neo Cirne
Colunista de UBAV-Brasil
Fotos ilustrativas da WEB



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