segunda-feira, 30 de maio de 2016

A PRIMEIRA MENSAGEM - ENERGIAS QUE CURAM - - (Extrato de matéria publicada na Revista Bons Fluidos)

Energias que curam

- Passes, Johrei, Frequências de Brilho e cirurgias espirituais. Baseadas na transmissão de energias vitais, essas técnicas são as novas aliadas da medicina em diversos tratamentos.

Texto • Melissa Diniz
Extrato da Matéria publicada na ‘Revista Bons Fluidos’.

Se você já experimentou um inexplicável bem-estar ao entrar em um ambiente ou ao encontrar alguém, já provou o poder da energia sutil. Uma espécie de vibração positiva difícil de conceituar, mas fácil de sentir. O que você talvez não saiba é que essa misteriosa força, também conhecida como energia cósmica, pode curar. É com base nesse poder que se desenvolveram todas as técnicas de ativação ou transmissão energética, como a Acupuntura e o Reiki. Nos últimos anos, outras terapias espirituais, como o Passe, o Johrei e a Frequência de Brilho, passaram a integrar a chamada medicina complementar, que hoje tem cadeira cativa nos principais centros de pesquisa internacionais. “Dois terços das universidades de medicina dos Estados Unidos têm cursos optativos ou regulares de medicina e espiritualidade”, afirma a ginecologista Marlene Nobre, presidente das Associações Médico-Espírita do Brasil e Internacional e autora do livro O Passe como Cura Magnética (ed. FE).

A esse esforço de incorporar à medicina convencional as práticas antes ditas alternativas dá-se o nome de Medicina Integrativa. “Para aceitar que uma metáfora chamada energia vital realmente corresponda a movimentos fisiológicos no organismo, é preciso mudar o paradigma da ciência. Hoje, isso já acontece e diversos especialistas preconizam Yoga, Meditação e terapias complementares para tratar doenças” afirma a neurologista Denise Batista de Castro Menezes, especialista em homeopatia e acupuntura e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC).

Até a Universidade de São Paulo aderiu a essa visão. “Graças a minhas pesquisas, que aliam biologia, física e espiritismo, fui convidado pela USP para ensinar medicina e espiritualidade aos futuros médicos”, afirma o psiquiatra Sérgio Felipe de Oliveira, mestre em ciências pela universidade em que leciona. “Pela própria definição da Organização Mundial de Saúde, qualidade de vida não depende apenas de aspectos biológicos, sociais e psicológicos, mas também dos espirituais”, completa.

Na Unifesp, onde responde pela disciplina Medicina Integrativa, Oliveira usa passes no tratamento de pacientes que sofrem de esclerose lateral amiotrófica (doença degenerativa para a qual ainda não existe cura). “Venho observando mudanças significativas no comportamento, na postura e no humor desses pacientes, além de melhora na condição clínica. Os resultados, obtidos em dois meses, me surpreenderam.”

Prática comum nas casas espíritas, o passe nada mais é do que a transmissão do fluido vital ou magnético de uma pessoa para outra. Mas, para o psiquiatra, desde que Samuel Hahnemann, o fundador da homeopatia, descreveu a técnica em seu livro O Organon, de 1810, ela tornou-se um procedimento médico. “Como a homeopatia já se tornou especialidade da medicina, o passe também pode integrar- se a ela”, diz Oliveira.



Método terapêutico ainda pouco difundido no Brasil, as frequências de brilho, criadas pela terapeuta americana Christine Day, também visam restaurar a energia vital, eliminando dores e doenças. O paciente deita-se em uma maca enquanto o terapeuta toca seu corpo levemente, ativando pontos específicos, que despertam energeticamente as células, fazendo com que voltem a funcionar de maneira saudável.

“As frequências são energias sutis aplicadas com a finalidade de recuperar a saúde. O tratamento é especialmente recomendado para quem tem problemas relacionados ao sistema nervoso”, afirma a terapeuta Dirce Katayama, do Núcleo Ser, em São Paulo.

A técnica foi formulada por Christine em 1986, após curar-se de lúpus em estágio avançado. Seu método estimula a adoção de novos hábitos e pensamentos voltados para livrar o doente das emoções negativas. O resultado positivo alcançado com outras pessoas estimulou Christine a fundar uma escola onde se formam terapeutas na Califórnia. Hoje, são centenas de seguidores em todo o mundo, inclusive no Brasil. Médicos ligados à Universidade Federal da Bahia adotaram as frequências de brilho como tratamento complementar para pacientes com doenças degenerativas, com efeitos práticos. Mas ainda não há pesquisas científicas que comprovem sua eficácia.

Após ser vítima de um assalto à mão armada, a dona de casa Maria Celia Picolo, 57 anos, enfrentou uma longa e profunda depressão para a qual o tratamento psiquiátrico não fez efeito. Em setembro do ano passado, Christine veio a São Paulo divulgar seu método de cura e Maria Celia quis conhecê-la. “Minha mãe, que tem Alzheimer, já havia recebido frequências de brilho e, desde então, a doença não evoluiu mais. Como eu estava muito angustiada, resolvi assistir à palestra”, afirma.

Além dos conselhos da terapeuta sobre a necessidade de modificar pensamentos e sentimentos, a palestra incluiu uma espécie de cura coletiva, conduzida por Christine. “Ela nos explicou que vários espíritos iluminados estavam presentes ali e realmente era possível sentir uma energia diferente. Conforme ela ia falando, éramos envolvidos em uma atmosfera de bem-estar total, como se todas as dores, físicas e emocionais, fossem retiradas. Nunca mais me senti deprimida”, afirma.



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