domingo, 31 de janeiro de 2016

PALAVRAS ILUMINADAS - (DOMINGO-31/01) - A Mensagem Positiva de Frei Jaime bettega


Bom Dia!
Um amanhecer aguardado: o domingo! Ainda bem que existe domingo! 
A vida precisa de pés descalços, cabelos desajeitados, pernas erguidas. 
Como é maravilhoso provar a leveza! 
Obrigado, Senhor, pelo mês de janeiro, que hoje termina!


“Eu creio que em cada passo que eu der, cada estrada que eu trilhar, todo caminho que eu escolher, o meu Deus me guiará.”


Os itinerários mais exigentes são trilhados por quem não acredita que a vida é feita de caminhos sem solidão. Ninguém está abandonado, mesmo que caminhe aparentemente sozinho. Estar a só, consigo mesmo, é uma necessidade. A própria solidão tem um lado bem significativo: oportunidade de conviver com o próprio eu interior. Uma convivência que fortalece buscas profundas, que enaltece os sonhos acalentados, que reúne motivos para acreditar no alcance de metas existenciais. Um exercício diário: estender a mão e permitir ser guiado pela mão amável de Deus.

O encontro das mãos: o humano com o divino, quase sempre a fraqueza com a fortaleza. Há quem pense diferente. O respeito expressa amor. Mas eu creio que em cada passo que eu der, cada estrada que eu trilhar, todo o caminho que eu escolher, o meu Deus me guiará. Essa certeza energiza, fortalece e enaltece. Sentir a presença de Deus facilita o andar, transforma o próprio ato de respirar.

Longos caminhos aguardam por persistentes caminheiros. Não convém calcular quanto ainda falta para a chegada. Um dia se chegará ao que foi imaginado. É mais confortante caminhar com a certeza de não estar sozinho. Deus sabe o quanto importante é continuar trilhando as longas estradas. Ele não deixará de abençoar, refazendo as forças, acalmando as inquietações, aumentando a esperança.

Que maravilhoso crer num Deus que acompanha, que sustenta, que ergue das quedas, que devolve o sorriso, que substitui o cansaço pelo ânimo. Por uns instantes as palavras cessam e o pensamento se faz oração: Obrigado, Senhor, por estar lado a lado, inspirando os melhores motivos para prosseguir no caminho!

Bênçãos! Paz e Bem! Santa Alegria! Abraços!





Frei Jaime Bettega é o pároco da Paróquia Imaculada Conceição, em Caxias do Sul, linda cidade da serra gaúcha. Vale a pena vocês conhecerem esta joia do belo Estado do Rio Grande do Sul. Aproveitem para visitar a Paróquia Imaculada Conceição e receberem as bênçãos de Deus através de Frei Jaime Bettega.

Sua palavra vai ao ar diariamente no seu Facebook e está presente na grade de nossa programação, sempre as terças, quintas e domingos. É um prazer retransmitir as palavras de Frei Jaime Bettega. Bom Dia!

Frei Jaime Bettega OFMCap

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

“Um Conto à moda antiga” - - UMA APOSTA - - De Arthur Azevedo

“Um Conto à moda antiga”

- Arthur Azevedo -


UMA APOSTA

Se o Simplício Gomes não fosse um rapaz do nosso tempo, se não usasse calças brancas, paletó de alpaca, chapéu de palha e guarda-chuva, daria idéia de um desses quebra-lanças que só se encontram nos romances de cavalaria. De outro qualquer diríamos: “Ele gostava da Dudu”; tratando-se, porém, do Simplício Gomes, empregaremos esta expressão menos familiar: “Ele amava Edviges.”

O seu amor tinha, realmente, alguma coisa de puro e de ideal, que não se compadecia com os costumes de hoje.

Começava por ser discreto; Dudu adivinhou, ou antes, percebeu que era amada, mas ele nunca lho disse, nunca se atreveu a dizer-lhe, não por timidez ou respeito, mas simplesmente porque não tinha confiança no seu merecimento.

Estava bem empregado, poderia casar-se e viver modestamente em família, mas era tão feio, tão pequenino, tão insignificante e ela tão linda e tão esbelta, que o casamento lhe parecia desproporcionado.

Ele não se sentia digno dela, não acreditava que a pudesse fazer feliz, e isso o desgostava profundamente. Ela, por seu lado, não concorria para que a situação se modificasse: fingia ignorar que ele a amava, e atribuía toda aquela solicitude a um afeto desinteressado.

Dudu vivia com a mãe, uma pobre viúva sem outro recurso que não fosse o do meio soldo e montepio deixados pelo marido, brioso oficial do Exército que viveu sempre desprotegido, porque não sabia lisonjear nem pedir; mas o Simplício Gomes, sem fumaças de protetor, e dando a esmola com ares de quem a recebia, achava meios e modos de fazer com que naquela casa faltasse apenas o supérfluo.

Como era parente, embora afastado, das duas senhoras, estas consideravam os seus favores simples atenções de família.

O caso é que o Simplício Gomes parecia adivinhar os menores desejos de Dudu e nessas ocasiões recorria ao ardil de uma aposta:

– Aposto que hoje chove!

– Que idéia! o dia está bonito!

– Pois sim, mas o calor é excessivo: temos água com toda certeza!

– Não temos!

– Façamos uma aposta!

– Valeu! se chover eu perco uma caixa de charutos.

– E eu aquela blusa que você viu na vitrina da Notre Dame e cobiçou tanto.

– Quem lhe disse que cobicei?

– Ora, esses olhos não me enganam…

No dia seguinte Dudu recebia a blusa.

A velha costumava dizer com muita ingenuidade:
– Você faz mal em apostar, Simplício! E muito caipora, perde sempre, e então, em se tratando de mudança de tempo, é uma lástima!

Conquanto não se atrevesse a falar em casamento, o pobre rapaz sofria, oprimido pela idéia de que quando menos se pensasse, Dudu teria um namorado… um noivo… um marido e efetivamente, não se passou muito tempo que os seus receios não se realizassem.

Dudu impressionou-se por um cavalheiro muito bem trajado, que começou a rondar-lhe a porta quase todos os dias, cumprimentando-a, depois sorrindo-lhe, e finalmente escrevendo-lhe graças à cumplicidade de um molecote da casa.

Depois de receber três cartas, Dudu contestou, convenceu-se de que as intenções do namorado eram as melhores e mostrou a correspondência à mãe, que imediatamente consultou o Simplício Gomes sem saber o desgosto que lhe causava. Este, que já havia notado as idas e vindas do transeunte suspeito, disfarçou o mais que pôde, os seus sentimentos, limitando-se a dizer que Dudu não deveria casar-se com aquele homem sem ter primeiramente certeza de que ele a amava deveras.

A velha, com toda a sua simplicidade, pediu-lhe que se informasse da idoneidade do pretendente, e o mísero logo se transformou de quebra-lanças em quebra-esquinas.

Foram desanimadoras (para ele) as informações que obteve: o rival chamava-se Bandeira, era de boa família, de bons costumes, funcionário público de certa categoria, estimado, e tinha alguma coisa. O seu único defeito era ser um pouco genioso.

O Simplício, que não tinha o altruísmo heróico de Cirano de Bergerac, não avolumou as qualidades do outro, mas foi leal: não as diminuiu. Em suma: o Bandeira pediu a mão de Dudu; e começou a freqüentar a casa.

O coitado não articulou uma queixa, mas começou desde logo a emagrecer a olhos vistos; perdeu o apetite, ficou macambúzio, fúnebre… Dudu, que tudo compreendeu, teve muita pena, teve quase remorsos; mas a velha nem mesmo assim desconfiou que a filha fosse adorada pelo infeliz parente.

Entretanto, o Simplício Gomes começou a ser assíduo em casa de Dudu; o seu desejo oculto era não deixá-la sozinha com o tal Bandeira enquanto não se casassem.

O noivo tinha, efetivamente, boas qualidades, mas era não só genioso, mas de uma arrogância, de uma empáfia, de um autoritarismo que começaram a inquietar Dudu.

Uma bela tarde em que se achavam ambos sentados no canapé, e o Simplício Gomes, afastado, num canto da sala, folheava um álbum de retratos, o Bandeira levantou-se dizendo:

– Vou-me embora; tenho ainda que dar umas voltas antes da noite.

– Ora, ainda é cedo; fique mais um instantinho, replicou Dudu, sem se levantar do canapé.

– Já lhe disse que tenho que fazer! Peço-lhe que vá desde já se habituando a não contrariar as minhas vontades! Olhe que depois de casado, hei de sair quantas vezes quiser sem dar satisfações a ninguém!

– Bom; não precisa zangar-se…

– Não me zango, mas contrario-me! Não me escravizei; quero casar-me com a senhora, mas não perder a liberdade!

– Faz bem. Adeus. Até quando?

– Até amanhã ou depois.

O Bandeira apertou a mão de Dudu, despediu-se com um gesto do Simplício Gomes, e saiu batendo passos enérgicos, de dono de casa.

Dudu ficou sentada no canapé, olhando para o chão.

O Simplício Gomes aproximou-se de mansinho, e sentou-se ao seu lado.

Ficaram dez minutos sem dizer nada um ao outro.

Afinal Dudu rompeu o silêncio. Olhou para o céu iluminado por um crepúsculo esplêndido, e murmurou:

– Vamos ter chuva.

– Não diga isso, Dudu: o tempo está seguro!

– Apostemos!

– Pois apostemos! Eu perco uma coisa bonita para o seu enxoval de noiva. E você?

– Eu… perco-me a mim mesma, porque quero ser tua mulher!

E Dudu caiu, chorando, nos braços de Simplício Gomes.



(O Século, 9 de julho de 1907. In Histórias brejeiras, 1962.)

Arthur Azevedo


"Um conto à moda antiga" apresentou hoje “UMA APOSTA” do grande dramaturgo, poeta, contista e jornalista maranhense, Arthur Azevedo.

Dia 07 de janeiro é um dia dedicado ao leitor. A leitura é um hábito maravilhoso que nos envolve e transporta a lugares inimagináveis. Boa viagem e Boa leitura!




sábado, 2 de janeiro de 2016

UTILIZE PALAVRAS DE LUZ - - Aprimoramento familiar - - O comentário de Neo Cirne

Deus é verbo, é 'verbo de luz'. Verbo, ou palavra, é a Ideia Primeira, mais precisamente a 'ideia da imagem verdadeira, a qual é plena de alegria e harmonia perfeita. Se você deseja transformar a sua vida num mundo ideal, deve procurar utilizar somente "palavras de luz", ou seja, palavras de alegria, de gratidão e de louvor.

Jamais use palavras que menosprezam as pessoas, mesmo que estas sejam de tenra idade. Com os colegas e amigos, utilize palavras repletas de alegria, amor e sabedoria, e nunca palavras agressivas e insultuosas. Quando a linguagem dos jovens da nova era se torna desordenada, a sociedade se desordena, acontecimentos infaustos se sucedem, podendo até eclodir uma guerra.

A guerra sempre irrompeu quando as nações se desentenderam e se insultaram com palavras maléficas. Jamais houve guerra motivadas por palavras de gratidão e louvor. Portanto, em primeiro lugar, purifique a sua linguagem. Para isso, é importante ler diariamente em voz alta a sutra (regra) sagrada. Não a leia de maneira rápida e confusa. Não leia 'cantando', de maneira ininteligível, afinal é a Palavra de Deus. As 'Palavras de Luz' purificam tudo. Quando cumprimentar alguém, faça-o com voz clara e agradável, dirigindo-lhe muito amor e gratidão.

A palavra se manifesta também na expressão do rosto. Por isso, mantenha-a sempre alegre e otimista. Ter uma fisionomia inexpressiva ou cheia de insatisfação é como estar chamando desgraça e infelicidade pelo mundo afora. 

É a sua palavra que dirige a sua vida, determinando o seu destino.


(TEXTO DE AUTORIA DESCONHECIDA) 







UBAV-Brasil comenta:

Vi este texto impresso numa folha, achei interessante e resolvi socializar com vocês. Confesso que sempre tive a certeza de que falar com tranquilidade deixa os interlocutores mais calmos e capazes de dizerem coisas positivas, palavras úteis construtoras de atitudes valiosas. 

O mundo vive uma crise de notícias ruins, ainda ontem, no primeiro dia do ano, dia universal da paz, o que ouvi acidentalmente (pelo fato da TV estar ligada) já mostrou o firme propósito da imprensa em divulgar as desgraças do mundo. Se for assim, 2016 será igual ou pior do que 2015. Para que consigamos dias melhores em 2016 não poderemos dar ênfase aos crimes e novelas cheias de bandidagem e maus hábitos. Muito menos, permitir que nossos filhos ouçam esse tipo de informação. Se não cuidarmos do nosso caráter e da paz que desejamos em nossa casa tudo estará perdido. 

Conheço muitas famílias que só se dirigem aos filhos gritando. Pessoas que ouvem música eletrônica muito alta nos finais de semana e berram o tempo todo, afrontando a vizinhança. Já vi pessoas beberem e fumarem na presença dos filhos. Outras se desentenderem frequentemente, achando muito normal que isso ocorra na presença dos filhos. Não é normal não, o futuro dirá. A educação familiar é a base formadora do caráter de um indivíduo. 


Vivemos, socialmente, um quadro patológico, o da perda do respeito, da amorosidade, da cultura e do distanciamento da paz, que tanto desejamos. Falar em Deus é maravilhoso, mas a sua atitude respeitosa perante ao ser divino dará exemplos fundamentais para atingirmos a 'Paz Universal', que tanto desejamos. 

Lembre bem disso: oriente o seu filho a falar baixinho, se ele gritar com você fale mais baixo, de forma que ele se acostume com a maneira tranquila que você possui. Falando tranquilamente e não permitindo os tele-jornais (repletos de notícias ruins) em nossos lares daremos bons exemplos de amor aos nossos filhos e impregnaremos o ambiente familiar de positividade. Isto é muito bom para todos! 

Vamos semear a paz e o amor para colher no futuro os frutos da tolerância, do carinho, da compreensão, da amizade e do perdão, elementos sutis que fazem parte da semeadura da Paz e do Amor. Boa colheita!

Feliz dia 02 de Janeiro!


Tim-Tim!


Neo Cirne
Colunista de UBAV-Brasil


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

PRONTO PARA RECOMEÇAR? - - A mensagem da noite - - Texto de Neo Cirne -

PRONTO PARA RECOMEÇAR?

- Neo Cirne -


As datas que principiam os ciclos sempre nos apontam para uma análise sobre o caminho que estamos trilhando. O tempo que levamos para completar a etapa desejada é um dos fatores que indicam a possibilidade do êxito. 
No início, quando tudo era apenas um sonho, um desejo, a sua vibração era grande. Achava que iria conquistar o que desejava seguindo uma sequência de passos que estabeleceu. Muitas vezes, conseguimos conquistar o que planejamos, noutras, porém, gastamos um tempo maior e não obtemos resultados práticos.

Passam-se meses, anos talvez e nada. Quanto mais você observa que dos seus esforços não surgem o resultado desejado, mais desanima e diminuí o seu ímpeto. Aí, começa a fase do descrédito... “A fase do Será?” - Será que alcançarei meu objetivo?... Será que terei dinheiro para bancar as despesas? ... Será que estou no caminho certo?... Com tantas dúvidas o seu projeto de conquista começa a se perder, a ‘fazer água’ - como diria o velho marinheiro quando prevê um naufrágio iminente. Nesse instante, só pensamos em nos salvar. Perdemos o foco no objetivo desejado e tudo perde o sentido.

Você pensa: Foi muito tempo empregado para chegar até aqui e tenta continuar. Mas constata, não há sentido em continuar lutando por uma coisa que era para lhe dar prazer e está lhe trazendo dor, desesperança e medo... Desanimado, você desiste e muda o objeto do seu desejo. Não era pra ser!

Devemos estabelecer uma parceria, uma cumplicidade, com o tempo, aprendendo que devemos usar menos tempo para poder realizar mais coisas, com isso ganhamos a capacidade de pensar de forma rápida, inovadora e criativa. Em se falando do uso do tempo, “menos é mais”.

Você não precisa ficar se lamentando eternamente porque uma situação não deu certo, a não ser que você tenha certeza absoluta do resultado, nesse caso, encontre nova força, respire fundo, transponha obstáculos, mas vá em frente. Essa talvez seja a jornada que vai marcar a sua vida. Porém, se não der certo, aceite fazer outra coisa, mesmo que recomece do zero. Encontre novos prazeres em outras missões. A vida é fértil em possibilidades, lembre-se que é preciso acreditar nelas e ir fundo.

As grandes conquistas, normalmente, são assim, não acontecem facilmente. Se você não tiver conhecimento do que está fazendo fica mais difícil. Alguns inventores fizeram descobertas acidentalmente, mas eles tinham o conhecimento necessário para ‘enxergar’ o evento que estava prestes a acontecer. Se o evento tivesse acontecido aos olhos de uma pessoa leiga, de nada adiantaria. No caso dos inventores, a dedicação e as inúmeras tentativas realizadas ao longo de muito tempo de pesquisa falaram mais alto. Daí, para o sucesso, foi só um pulo!

Não tenha medo em recomeçar, qualquer que seja o ponto da caminhada em que você esteja. O importante é ter consciência de onde você quer chegar e seguir caminhando, estabelecendo novas metas a cada pequena conquista.

A dinâmica da vida propõe um recomeçar contínuo, pode parecer cansativo, mas é a lógica da existência. A noite antecede ao novo dia que vai nascer. Este, por sua vez, não para pra esperar que você tenha sucesso. Ele segue sua marcha, outros dias passam e meses vão se sucedendo. Recomece a cada dia, para obter êxito. Ser um vencedor é uma questão de acreditar sempre. Se você já teve sucesso em alguma fase de sua vida, seja no campo econômico ou social, não pare. Seja permanentemente um vencedor, mas se hoje você vive do passado, está cometendo um grande erro, pois a qualidade da vida está associada à expectativa de futuro e às novas conquistas. Mantenha a mente alerta e o coração vibrante.

Recomece, se tem um grande desejo. Muito mais que uma nova oportunidade, o recomeço, para o 'livro da vida', é uma página em branco onde qualquer história poderá ser escrita.

Vamos, aproveite o início do ano, pegue o seu 'livro da vida' e escreva nele uma história bem bonita. Não desista! Desistir não leva a nenhum caminho interessante de ser observado e muito menos capaz de gerar uma grande história. Lembre-se que você pode escolher novos cenários e ir a outros lugares para ilustrar o seu livro.



Tem horas que a vida dá um nó e nós paramos. Nada acontece. Não vamos nem pra frente e nem pra traz. Lembrei do último filme do Mazzaropi, ator e cineasta brasileiro, em 'O Jeca e a Égua Milagrosa' (1980), numa cena em que o Jeca ia com sua égua em direção da igreja e ela empacou. A égua de véu e grinalda, não conseguia sair do lugar, atrapalhando o casamento do Jeca com a égua (a égua falava). Os filmes do Mazzaropi atingiram um grande público pelo interior do país e até hoje possuem uma boa dose de humor. Citei o Mazzaropi (Amácio Mazzaropi) pela sua grande determinação em vencer, num tempo onde tudo era mais difícil... Eis aqui, um grande vencedor.



Bora gente! 2016 chegou! Vamos desempacar os nossos sonhos? Hoje é dia de tirar os projetos da gaveta, botar os pensamentos em dia e colocar mãos à obra, seguindo em frente. Quem sabe, daqui a um ano, você seja um vencedor e esteja fazendo novos planos para uma segunda etapa... Lembre-se a Vida é dinâmica! Vamos em frente! Sucesso!


Tim-Tim!

Neo Cirne

Colunista de UBAV-Brasil

Foto de Mazzaropi do site wikipedia.org

“Seja Bem-Vindo” - - A primeira mensagem de 2016 - - Por Neo Cirne

“Seja Bem-Vindo”

- A primeira mensagem de 2016 -


Quando recebemos em nosso lar um amigo querido que já não vemos há algum tempo, depois do abraço caloroso, sempre dizemos ‘seja bem-vindo’ como uma maneira de dizer, sinta-se em casa. É muito bom receber amigos, parentes e pessoas que queremos bem, é sinal que a identificação entre nós fará rolar um papo gostoso e momentos agradáveis. Um amigo é um presente de Deus.

No finalzinho do ano, as pessoas têm a mesma sensação, de que vai chegar um grande amigo em suas vidas e para aguardá-lo fazem festas, soltam fogos, abraçam-se, abrem seus corações e fazem planos. Uns choram de tão alegres, outros sorriem pelo mesmo motivo. A expectativa é grande pela chegada do amigo, com ele construiremos o futuro e sonharemos dias melhores. Não aqueles onde somente nós seremos felizes e prósperos, e sim, todos nós, cidadãos do mundo.

Compartilhar e  ter atitude solidária serão os itens mais importantes para fazer o relacionamento com o amigo que chega realmente completo e feliz. Todos nós desejamos a mesma coisa, a felicidade. Muitos procuram a felicidade em lugares muito distantes, fazem planos de longas viagens para encontrar o prazer de ser feliz. Esquecem-se que a felicidade mora bem pertinho deles, mora em seus corações, na sua maneira de pensar e agir positivamente. Mora também num grande presente, lindo e com belos laços de fita,  que o amigo que acabou de chegar trouxe para nós: UM CALENDÁRIO - com 365 dias novinhos. É um presente para você colorir, tal qual o livro JARDIM SECRETO, quem coloriu teve um lindo livro pra colocar em destaque na sua coleção. Quem não coloriu ficou com um livro, triste e sem cores. Ilumine o seu presente. Ponha cores novas em sua vida e seja muito feliz.



Hoje, dia 01/01, começaremos a desembrulhar o ‘presente’ vagarosamente e a construiremos uma nova história. Se ela vai ser boa ou ruim dependerá, em parte, das nossas atitudes. Mesmo que hajam empecilhos, o sucesso e a felicidade nos aguardam. Por isso, vamos abrir os nossos corações para o amigo que chegou.

É claro que vocês já sabem quem é o amigo que chegou na madrugada, ainda não sabem? Foi 2016, o Ano Novo. Vamos começar a desfazer os laços do grande presente. Antes disso, vamos agradecer a Deus por mais essa oportunidade de participar mais uma vez dessa grande festa que chamamos Vida.

Queremos que, diariamente, os bons fluidos emanados na alegria da chegada de um amigo tão querido sejam reavivados por nosso olhar esperançoso no futuro. É a chegada de um novo ciclo em nossas vidas - o ciclo anual. Ele vem com o um compromisso coletivo, o de construir um ano bem melhor e pronto para substituir o ano que o que passou. 

O ano de 2015 foi embora com nossos receios, dúvidas, erros, descrença e desamor. Vivemos dias difíceis em 2015. Coitado do ano velho! Cansado e sem tempo para alterar qualquer situação ruim que possamos ter vivido, partiu. Agora ele descansa no passado, enquanto o ano de 2016 pulsa em nossos corações. Ele é o nosso grande presente para resgatar o desejo de um mundo mais justo e perfeito!

Por isso, abra seu coração, jogue fora todo lixo mental acumulado, principalmente as mágoas e o rancor. Quando 2015 chegou aqui, ele trouxe um presente igualzinho ao que 2016 acabou de trazer. Vejam o que fizeram com o presente, transformaram-no num ciclo muito ruim. 

     Para um ano novo feliz, muna-se de perdão e de um olhar esperançoso, acredite em você. Acredite no Brasil. Lembre-se diariamente da saudação que fizemos ao Ano Novo quando ele chegou por aqui hoje de madrugada e repita sempre, todos os dias, em alto e bom som: SEJA BEM-VINDO!

Quem sabe assim, quando chegar o fim do ano 2016, possamos nos despedir, exclamando: Esse foi um ano maravilhoso!


Tim-Tim! Feliz Ano Novo!


         Neo Cirne
Colunista de UBAV-BRASIL

Um Brinde À Vida Copyright © 2011 | Tema Desenhado por: compartidisimo | Distribuído por: Blogger