domingo, 27 de dezembro de 2015

UM VÍDEO TIM-TIM - - RIO DOCE, RIO MORTO - (VÍDEO) - Autor: Dr Drauzio Varella


Meus amigos, UBAV-Brasil está muito preocupado com a situação dos irmãos mineiros e capixabas que residem à beira de um dos rios mais importantes do país, o Rio Doce. O Dr. Drauzio Varella realizou reportagem especial mostra os impactos da lama tóxica no Rio Doce em Colatina, Espírito Santo, e a expectativa da cidade para viver uma explosão inesperada no número de casos de dengue e zika vírus.
Vamos ver?
Bom domingo!
Neo Cirne





FONTE: Vídeo postado no YouTube e no Facebook do Dr Drauzio Varella

A CRÔNICA DE DOMINGO - A ignorância ao alcance de todos - De Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

A Crônica de Domingo -

A ignorância ao alcance de todos


- Crônica de Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) -


Todo dito popular funciona e ficaria o dito pelo não dito se os ditos não funcionassem, dito o que, acrescento que há um dito que não funciona ou, melhor dito, é um dito que funciona em parte uma vez que, no setor da ignorância, o dito falha, talvez para confirmar outro velho dito: o do não-há-regra-sem-exceção. Digo melhor: o dito mal-de-muitos-consolo-é encerra muita verdade, mas falha quando notamos que ignorância é o que não falta pela aí e, no entanto, ninguém gosta de confessar sua ignorância. Logo, pelo menos aí, o dito dito falha.

Tenho experiência pessoal quanto à má-vontade do próximo para com a própria ignorância, má-vontade esta confirmada diversas vezes em poucos minutos, graças a uma historinha vivida ao lado do escritor Álvaro Moreira, num dia em que fomos almoçar juntos, na cidade.
Já não me lembro qual o motivo do almoço. Lembro-me, isto sim, que íamos caminhando, quando Alvinho disse, em voz alta:
– Leônio Xanás.
– O quê? – perguntei, e Alvinho explicou que Leônio Xanás era o nome do pintor que estava pintando seu apartamento. Até me mostrou um cartãozinho, escrito “Leônio Xanás – Pinturas em Geral – Peça Orçamento”.
– Hoje acordei com o nome dele na cabeça. A toda hora digo Leônio Xanás – contava o escritor. – Ainda agorinha, ao entrar no lotação, disse alto “Leônio Xanás” e levei um susto, quando o motorista respondeu: “Passa perto”. Ele pensou que eu estava perguntando por determinada rua e foi logo dizendo que passa perto, sem, ao menos, saber que rua era.

Foi aí que nos nasceu a vontade de experimentar a sinceridade do próximo e nos nasceu a certeza de que ninguém gosta de confessar-se ignorante mesmo em relação às coisas mais corriqueiras. Entramos numa farmácia para comprar Alka-Seltzer (pretendíamos tomar vinho no almoço) e Alvinho experimentou de novo, perguntando ao farmacêutico:
– Tem Leônio Xanás?
– Estamos em falta – foi a resposta.

Saímos da farmácia e fomos ao prédio onde tem escritório o editor do Alvinho. No elevador, nova experiência. Desta vez quem perguntou fui eu, dirigindo-me ao cabineiro do elevador:
– Em que andar é o consultório do Dr. Leônio Xanás?
– Ele é médico de quê?
– Das vias urinárias – apressou-se a mentir o amigo, ante a minha titubeada.
– Então é no sexto andar – garantiu o cara do elevador, sem o menor remorso. E se não tivéssemos saltado no quarto andar por conta própria, teria nos deixado no sexto a procurar um consultório que não existe.

E assim foi a coisa. Ninguém foi capaz de dizer que não conhecia nenhum Leônio Xanás ou que não sabia o que era Leônio Xanás. Nem mesmo a gerente de uma loja de roupas, que – geralmente – são senhoras de comprovada gentileza. Entramos num elegante magazine do centro da cidade para comprar um lenço de seda para presente. Vimos vários, todos bacanérrimos, mas – para continuar a pesquisa – indagamos da vendedora:
– Não tem nenhum da marca Leônio Xanás?

A mocinha pediu que esperássemos um momento, foi até lá dentro e voltou com a prestativa senhora gerente. Esta sorriu e quis saber qual era mesmo a marca:
– Leônio Xanás – repeti, com esta impressionante cara-de-pau que Deus me deu.
Madame voltou a sorrir e respondeu: – Tínhamos, sim, senhor. Mas acabou. Estamos esperando nova remessa.

Foi uma pena não ter. Compramos de outra marca qualquer e fomos almoçar. Foi um almoço simpático com o velho amigo. Lembro-me que, na hora do vinho, quando o garçom trouxe a carta, Alvinho deu uma olhadela e disse, em tom resoluto:
– Queremos uma garrafa de Leônio Xanás tinto.

O garçom fez uma mesura: – O senhor vai me perdoar, doutor. Mas eu não aconselho esse vinho.
Devia ser uma questão de safra, daí aconselhar outro:
– O Ferreirinha não serve?

Servia.


É irmãos, mal de muitos consolo é, mas ignorante que existe às pampas, ninguém quer ser.



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SÉRGIO PORTO
(STANISLAW PONTE PRETA)

PALAVRAS ILUMINADAS - (DOMINGO-27/12) - A Mensagem Positiva de Frei Jaime Bettega


Bom Dia!
Na serenidade do domingo,
o coração se alimenta também de espiritualidade!
Como é maravilhoso ter um Deus em quem confiar!
Hoje é dia dedicado à Sagrada família: José, Maria e Jesus!
Família de Nazaré rogue por nós!


“Não tinha quase nada além da fé. Foi o suficiente.”


De um jeito ou de outro, todos chegamos, com muito esforço, onde estamos hoje. Para alguns, a luta foi árdua. Para outros, menos exigente. A origem humilde pode ajudar na valorização das coisas. Ter o necessário tem sido o sonho mais acalentado pela humanidade. Uma parcela da população continua tendo fome, sem tem o que comer.

A solidariedade continuará sendo um exercício praticamente diário para que todos possam ter o necessário. Pensar só em si não faz bem. Pensar só nos outros, pode levar a um desconforto. Há um ponto de equilíbrio a ser encontrado.

A fé é a grande inspiradora da caridade e da solidariedade. As condições materiais podem ser mínimas, mas se a fé tiver a intensidade ideal, a vida se encaminhará. É suficiente ter fé. Mais ainda: é necessário ter fé. Tudo pode surpreender se a chama da fé permanecer acesa. Evidente que a fé não resolve os problemas. Mas ela é capaz de fazer acontecer muitos milagres. Onde há fé, as forças se somam e a superação acontece; com a luz da fé, os caminhos se tornam mais evidentes e as realizações vão se alternando.

A humanidade tem ainda um longo aprendizado a ser construído. Muitas pessoas estão bem distantes da verdadeira experiência da fé. Algumas até ensaiam viver à margem da espiritualidade. Sem fé é impossível ser um humano completo. A espiritualidade humaniza e transforma.

Quem carrega consigo e desenvolve o dom da fé é capaz de empreender uma trajetória repleta de realizações. A fé abre caminhos, reúne as melhores energias, inspira os mais consistentes sonhos, eleva os pensamentos e enche o coração de alegria. Não importa quantas coisas uma pessoa tem. Talvez não tenha quase nada, além da fé. Mas quem tem fé, tem sempre o suficiente para abraçar a vida assim como ela se apresenta. Senhor, aumenta a minha fé!

Bênçãos! Paz e Bem! Santa Alegria! Abraços!





Frei Jaime Bettega é o pároco da Paróquia Imaculada Conceição, em Caxias do Sul, linda cidade da serra gaúcha. Vale a pena vocês conhecerem esta joia do belo Estado do Rio Grande do Sul. Aproveitem para visitar a Paróquia Imaculada Conceição e receberem as bênçãos de Deus através de Frei Jaime Bettega.

Sua palavra vai ao ar diariamente no seu Facebook e está presente na grade de nossa programação, sempre as terças, quintas e domingos. É um prazer retransmitir as palavras de Frei Jaime Bettega. Bom Dia!

Frei Jaime Bettega OFMCap

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