sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

EU FIZ A DIFERENÇA - Uma história de determinação


Era uma vez um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores.
  Todas as manhãs, ele passeava à beira-mar para inspirar-se e, à tarde, ficava escrevendo.
  Um dia, caminhando pela praia, viu um vulto que parecia estar dançando. Porém, quando chegou perto, encontrou um jovem pegando as estrelas-do-mar que estavam espalhadas na areia, eram muitas. Foram arremessadas na areia pela forte ressaca do dia anterior. Observou que ele estava jogando-as, uma por uma, de volta ao oceano.

- Por que está fazendo isso? - perguntou o escritor.

- Você  não vê? - disse o jovem. - A maré está baixa e o sol brilhando. Elas secarão no no calor dos raios de sol e irão morrer se ficarem aqui.




- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas por elas. Você joga umas poucas de volta ao oceano. Que diferença isso faz? A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela da areia, jogou-a no mar, olhou para o escritor e disse:

- Para essa, eu fiz a diferença.





 Utilizamos esta pequena história para enfatizar que as carências humanas são imensas. Existem grupos sociais que por fome, miséria absoluta, guerras religiosas ou total abandono, em pleno Século XXI, irão perecer. Algumas entidades internacionais e países abrigam alguns refugiados. Grande parte, porém, sucumbe tentando fugir das zonas de conflito. 

 Diariamente as notícias de embarcações que afundaram com centenas de refugiados nos deixam imensamente tristes. Porém, muitos conseguem superar as adversidades e asilo político, sobrevivendo ao caos.

 Ser solidário é um dom que deve ser exercitado, mesmo que minimamente. Não importa se nossas ações são pequenas. Afinal, não temos qualquer patrocínio. Dispomos apena de boa vontade e amor no coração.

 Este é o princípio de UBAV-BRASIL, mostrar caminhos. Resgatar a esperança é nossa missão primeira. Sabemos que o nosso país vive uma crise imensa, muitos aproveitam-se da brandura do povo para enganá-los com falsas promessas. 

Aqui, em UBAV-BR, nós não esperamos acontecer, NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA. Em nove anos de trabalho já estivemos presentes em mais de 130 instituições. Fizemos grandes e pequenas ações solidárias, no Brasil e no Exterior, que contadas nos deixa um saldo de mais de 25 mil pessoas beneficiadas. 

Alguns invejosos de plantão, não tendo o que falar e não tendo capacidade de fazer nada pelo próximo, atiram pedras nas obras sociais que existem por aí e por aqui. Querem ver o mal prevalecer ou se omitem, entregando-se ao imobilismo total. Reclamam somente e nada fazem, são os anunciantes do apocalipse. 

Enquanto isto os ubavianos continuam com "dança solidária" de mostrar caminhos para que todos nós, juntos, atiremos as tristezas e o abandono de muitos no mar. Tal qual o jovem pescador da história acima. Quando os problemas vão embora a vida ressurge.

Todos nós podemos realizar um gesto de amor ao próximo. Que gesto positivo você fez hoje? Pode ser ontem... Não, vejamos... Há uma semana? Um mês? Puxa, quem sabe foi há um ano? Não... Você nunca ajudou ninguém?! Que pena, você podia ter feito a diferença,

Não se envergonhe, os dias de hoje são assim mesmo. Vivemos quase todos isolados. Quem, como eu e muitos outros, adora ajudar e ser solidário é visto como maluco. Pois, acham que é impossível ter amor no coração para ofertar, vivendo num mundo tão pobre em amorosidade. 

 Na vida nós não valemos pelo dinheiro que temos no bolso, mas, sim, pelas qualidades positivas que carregamos no coração, pela doçura do nosso olhar e pela verdade de nossas atitudes.

Assim é um ser ubaviano... Uma pessoa de Bem, que com Deus no coração... Não desiste nunca!



Um lindo dia pra vocês.

Tim-Tim!

Neo Cirne



"SEXTA CRÔNICA" - ACORDA MENINO! CAI NA REAL... - Por Neo Cirne


Hoje em dia ao acordar e ligar a TV para saber do tempo damos "de cara" com tanta notícia ruim, com tanta corrupção e descaso com as pessoas, que nem dá vontade de ir trabalhar. Eu acordei com o galo cantando, não eram nem seis horas e já tinha tele-jornal no ar. Credo!!!
Levanto-me sempre as 06:30 min, era grande a vontade de voltar pra cama e continuar o meu sonho. Hum, que sonho bom! Eu estava sonhando que morava num lindo país onde todos se respeitavam e adoravam a vida. Coloquei o despertador para dormir mais um pouquinho. Voltei a pegar no sono.

No sonho eu vivia num país onde as leis eram cumpridas. Os idosos e as crianças eram respeitados. Não havia quem não tivesse o seu emprego ou que faltasse atendimento médico, quando estivesse doente. O povo vivia feliz e eu também. As pessoas se cumprimentavam e paravam para ouvir quando, em dúvida, perguntávamos o caminho para chegar à um local qualquer. 

Lá, no mundo dos meus sonhos, as pessoas eram alegres e felizes. Nos estádios de futebol as torcidas não eram adversárias e sim pessoas amigas que se respeitavam mutuamente. Cumprimentando-se, em caso de vitória ou derrota. Não havia vandalismo.

O povo alimentava-se bem, ninguém passava fome. O leite não era criminosamente "batizado" com "água ou aditivos químicos, como soda caustica". Os legumes e frutas não tinham agro-tóxico. A água era pura e existia em abundância. Os juízes não vendiam sentenças e zelavam pela guarda do patrimônio do réu, para que fosse a leilão em perfeitas condições.

Os políticos eram muito honestos no país dos meus sonhos e a câmara dos deputados não tinha mais de 150 homens notáveis e probos. A câmara e o senado economizavam muito e seus aumentos salariais eram reajustados, após avaliação popular, por seus desempenhos políticos. 

Os policiais eram justos e defendiam a sociedade. Nas ruas víamos os policiais andando em dupla, como os antigos "Cosme e Damião", que conheciam a sociedade, eram gentis e eficazes. Os índices de morte por balas-perdidas eram mínimos. Os presídios tinham condições humanas de abrigar a população carcerária. E lugar de vagabundo era na cadeia, afastado do convívio social. O índice de criminalidade era mínimo. Havia segurança em todas as estradas e ruas, a qualquer hora do dia. 

As pessoas viviam próximas mesmo sendo de classes sociais diferentes. Todos tinham seus empregos, eram prósperos e viviam felizes. As praias do meu país eram limpas, ninguém jogava sujeira em suas areias. Era um país 100% saneado. Tinha uma rede ferroviária imensa, facilitando o escoamento da produção e um ótimo transporte de passageiros. Não faltava água e nem luz. Não havia crise de desabastecimento. Tudo era perfeito! 

Os professores, policiais, caminhoneiros, médicos e outras categorias, discutiam seus salários sem entrarem em greve que é tão prejudicial à população. Todos tinham direito à educação, à segurança, à liberdade, ao atendimento médico. Todos pagavam apenas um único imposto, alto, como na Holanda, mas justo pelos benefícios que o estado fornecia. 

Não havia sindicatos e nem sindicalistas. Não era possível realizar badernas, pois o povo não aceitava participar destes atos. A imprensa só dava notícias boas, com isso a bandidagem perdeu espaço na mídia. Tínhamos, no máximo, três partidos políticos. Não havia obrigatoriedade de voto e todos votavam com prazer. O voto NÃO ERA eletrônico (pois o risco de fraude é imenso) e a apuração do voto era manual. Levavam uns três dias para chegarem ao justo resultado. O índice de popularidade dos políticos era altíssimo. No país do meu sonho o presidente era aplaudido nas manifestações públicas. As leis eram poucas e baseavam-se no direito de cada um e na liberdade.




Pensava em tudo isto durante o meu sonho. Como era bom sonhar o meu sonho! Agora, no sonho, era fim de tarde e eu estava numa praia deliciosa, de águas quentinhas, ao lado do meu amor. Admirávamos a beleza do lugar, parecia uma praia da Bahia. Eu a peguei pela cintura e levantando-a, projetei o seu corpo no ar, como se agradecesse a Deus aquele momento maravilhoso. 

Era época de ano novo. Em seguida fomos brindar num deck à beira mar a chegada do novo ano. Quando, de repente, o despertador tocou insistentemente, quis quebrá-lo, era como se ele estivesse me dizendo: 



Acorda menino! 
Cai na real... 

Pula da cama e corre porque hoje você vai ter de ir a pé, pois os ônibus estão em greve!


Só aí, então, percebi que tinha acordado e que tudo não passou de um sonho maravilhoso. Fiquei com um gosto de felicidade na boca e com a sensação de que um dia, quem sabe, possamos tornar realidade o que é apenas um sonho.



Texto: Neo Cirne


TIM-TIM!

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