sexta-feira, 14 de agosto de 2015

REFLETINDO A VIDA - O VENDEDOR DE CACHORRO QUENTE - Autor desconhecido

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas era bondoso, ajudava a todos, era alegre, transmitia felicidade e era muito bom pai. Além disso, produzia e vendia o melhor cachorro quente da cidade. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio, colocava cartazes pela estrada e oferecia o seu produto em alta voz. Todos gostavam.

As vendas foram aumentando, ele comprava o melhor pão da cidade e a melhor salsicha. Ele comprou até um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses. O negócio prosperava a olhos vistos. 

Vencedor, ele conseguiu comprar uma casa melhor na cidadezinha onde morava, um bom carro e mandou seu filho para estudar fora da cidade, na capital, numa grande e respeitada universidade. Foi estudar Economia. Ficou cara a formação do jovem. Juntavam-se ao custo da universidade paga, a moradia, a alimentação, os livros e uma boa mesada para sua manutenção. Porém, o seu saboroso e procurado cachorro-quente pagou todas as contas.

Anos depois,  o filho já formado, voltou pra casa, notou que o pai continuava vendendo cachorro quente e prosperando. Então, ele teve uma conversa séria com seu pai:

- Pai, você não houve rádio? Não vê as notícias da TV? Não acessa internet? Há uma grande crise mundial e a situação do nosso país é muito crítica.

Depois de ouvir seu filho Doutor, pensou: "Bem, se meu filho que estudou na melhor universidade, lê jornais, vê televisão, navega na internet, participa das redes sociais, acha que a situação está preta, então ele só pode estar com a razão. A coisa deve estar feia mesmo!"

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e é claro, de pior qualidade). Começou a comprar salsichas mais baratas (que, também, eram as piores). Para economizar parou de fazer seus cartazes de propaganda na estrada.

Assim, as vendas caíram, foram caindo tanto que chegaram a níveis insuportáveis. O negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos, quebrou.

O pai, agora triste, falou para o filho: - Você estava certo, meu filho, nós estávamos no meio de uma grande crise. Até comentou, orgulhoso, com os amigos: - Bendita hora em que fiz o meu filho estudar Economia, foi ele quem me avisou da crise!




Escolhi esta mensagem para falar um pouquinho de esperança. Sei bem que diante do grande número de escândalos que existem por aí na mídia o nosso coração fica triste, mas devemos acreditar que tudo isso que estamos vendo acontecer é positivo. É sinal de que temos uma esperança mais transparente, sem enganos. 
É o inicio do fim para estes grupos de espertalhões que tanto mal têm feito ao nosso país. 

 Existe uma crise internacional da economia e existe, também, uma crise séria da economia brasileira. Isto é fato! Porém, meus amigos, existe uma crise maior que é o afastamento do homem das Palavras de Deus. Podemos, sim, viver sem seguir uma religião, tudo é possível. Mas as consequências de nossas escolhas são devastadoras.

 A histeria coletiva aumenta muito o reflexo de qualquer crise, quem lucra com isto? Ninguém? Quem pensa que ninguém está lucrando, engana-se. Há sempre um grupo se favorecendo com o desespero de muitos. Portanto, ao pensar nas crises: internacional ou nacional, lembre-se que há necessidade de uma adaptação aos dias difíceis que estamos atravessando. Acredite no que você faz e produz. Trabalhe com amor e nunca perca a esperança em dias melhores, ela é o combustível que mantém os nossos sonhos e a nossa vida.

Sejam gentis, evitem notícias ruins. Deixem para a justiça brasileira a resolução dos problemas de corrupção no nosso país. Todos nós temos o nosso compromisso social, mas a mudança destes quadros de crise deve começar com o nosso bom senso e atitude. Precisamos nos ajudar e ajudar ao país a sair deste momento difícil. As atitudes ruins de todos refletem em nós, na família, no bairro, na cidade, no país e no mundo.  


A vida não nos dá muito tempo para ficarmos horas e horas dependentes e grudados nas redes sociais, é necessário trabalhar. Já vi muita gente perder seus empregos porque ficavam o dia todo ligados no Facebook postando tudo... Quanto tempo perdido. Precisamos acreditar no sucesso da construção de um novo mundo, onde todos serão analisados pelo bem e pelo mal que produzem. Um local onde todos se respeitem e façam o melhor que podem ofertar. Com calma, trabalho e paciência atravessaremos as crises pessoais e todas as crises econômicas que vierem pela frente. 



A vida é muito ágil, passa rápida demais! As crises também passam, é como a chuva... Aguenta firme! Faça sua parte... Seja Bom... Respeite as pessoas e o planeta... Ame a Vida... Creia em Deus. Assim, não nos afastaremos da esperança em dias melhores e viveremos mais felizes.

Nossa reflexão final:  



"NÃO SE DEIXE CONTAMINAR PELAS NOTÍCIAS RUINS... 
FAÇA SUA PARTE!" 



TIM-TIM!