segunda-feira, 29 de setembro de 2014

"SÓ RINDO... Um momento alegre pra começar a semana" - - Neo Cirne

“Só rindo!”... O momento alegre.

Olá amigos, desejando um bom início de semana convido vocês a sorrir um pouco. 
Na noite passada vi na TV mais um debate dos candidatos presidenciáveis para a eleição de domingo. Ri muito com as "caras e bocas" e com o despreparo de muitos. Ri sim, mas era grande a minha vontade de chorar pela falta de opção. Merecíamos opções políticas melhores. 

Pensando na possibilidade em que alguém ainda esteja chorando com a perspectiva densa que nos espreita, resolvi começar a semana colocando duas piadinhas e uma crônica bem-humorada pra vocês soltarem o sorriso lindo que possuem. Espero que gostem.

Seja quem for eleito no próximo domingo, o importante é acreditar que o Brasil é muito maior do que qualquer candidato ou partido. Só não devemos deixar que oportunistas modifiquem a CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, ela é a garantia de nossa cidadania. A Carta Magna de uma nação não deve ser alterada a cada 30 ou 40 anos, ela deve ser permanente, pois é o "Caminho Orientador da Identidade da Nação". Muitos nem imaginam a importância imensa que a Constituição Brasileira possui em nossas vidas. 

Agora vamos sorrir um pouco... Bom dia!


(01)


Em uma cidade do interior, viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia. Uma era freira e a outra, taxista. Quis o destino que morressem no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-as. 
- O teu nome? 
- Flávia 
- A freira? 
- Não, a taxista. 
São Pedro consulta as suas notas e diz: 
- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica com fios de ouro e pode entrar. 
A seguir... 
- O teu nome? 
- Flávia 
- A freira? 
- Sim, eu mesmo. 
- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho e pode entrar. 
A religiosa diz: 
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou Flávia, a freira! 
- Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho... 
- Não pode ser! Eu conheço a outra, Senhor. Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre! Subia nas calçadas, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto o a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta? 
- Não há nenhum engano - diz São Pedro. É que, aqui no céu, adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na Terra... 
- Não entendo! 
- Eu explico: Já ouviu falar de Gestão de Resultados? Agora nos orientamos por objetivos, e observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam!! 
- Resultado é o que importa!

(02)

MULHERES MODERNAS !

A moça passeava às margens do lago, quando, de repente, apareceu um sapo dizendo:
- Olhe, eu sou um engenheiro e fui transformado em um sapo por uma bruxa malvada. Se você me beijar, eu me caso com você e seremos felizes para sempre!
A mocinha toda contente, pegou o sapo e o colocou no bolso da jaqueta.
Enquanto ela ia a caminho de casa, o sapo começou a ficar impaciente e perguntou:
- Ei, você não vai me beijar?
Ela respondeu:
- De jeito nenhum! 
Faço muito mais dinheiro com um sapo falante do que com um marido engenheiro.


(03)


EXPERIÊNCIA NOVA
Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.
- Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha pra ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai pra cadeia!
- Não era pra mim não. Era pra vender.
- Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!
- Mas eu vendia mais caro. 
- Mais caro?
- Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
- Mas eram as mesmas galinhas, safado.
- Os ovos das minhas eu pintava.
- Que grande pilantra...
Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.
- Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
- Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.
- E o que você faz com o lucro do seu negócio?
- Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui a exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para os programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
- Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?
- Trilionário. Sem contar o que eu sonego do Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior. 
- E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
- Às vezes. Sabe como é. 
- Não sei não, excelência. Me explique.
- É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui pego, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.
- O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
- Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
- Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

Luis Fernando Verissimo 
(Novas Comédias da Vida Privada, L&PM Editores, 1996 )





NO DIA DA ELEIÇÃO 

PARE! OLHE! ESCUTE O SEU CORAÇÃO!

É PRECISO ESTAR ATENTO E VOTAR BEM... SE NÃO, 

O PIOR PODE ACONTECER.

BOA SEMANA!

TIM-TIM!

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