quinta-feira, 28 de agosto de 2014

"SAÚDE TIM-TIM" - DIABETES E O IMPORTANTE PAPEL DA VITAMINA D NA REDUÇÃO DA GLICEMIA EM PACIENTES TIPO II - Por Neo Cirne


Olá amigos, bom dia. Hoje falaremos de saúde, e em particular do Diabetes Mellitus, uma doença terrível e traiçoeira. 

 Durante muitos e muitos anos pesquisadores e cientistas desdobram-se para encontrar soluções que pudessem acabar com este grande mal que anualmente faz milhões de vítimas pelo mundo. 

O Diabetes é uma doença surda, de progressão lenta que é provocada pela deficiência de produção e/ ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e complicações crônicas características.

O distúrbio envolve vários fatores, como o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas. Tem consequências graves tanto quanto rapidamente ou lentamente. Principalmente no Brasil, o diabetes mellitus constitui, nos dias atuais, num grave problema de saúde pública pelo grande número de pessoas que apresentam a doença.

 A doença apresenta diversas formas clínicas e é classificada em:

* Diabetes Mellitus tipo I – Ocasionado pela destruição das células beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença autoimune, levando à deficiência absoluta de insulina. (hormônio secretado pelo pâncreas).

* Diabetes Mellitus tipo II – Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção.
* Outras formas de Diabetes Mellitus – Quadros associados a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas e outras doenças endócrinas. 

* Diabetes Gestacional – Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose. Ao fim da gestação o paciente tem seus índices glicêmicos normalizados. É sempre bom uma atenção médica especial e um acompanhamento nutricional para a saúde do neném e da gestante.



Vitamina D pode ter um papel importante na redução da glicemia de jejum, insulina e HOMA-IR em pacientes diabéticos tipo 2

Fonte: NEWS.MED.BR


Ao longo da última década, foi relatado que numerosas doenças não-esqueléticas poderiam estar associadas à deficiência de vitamina D, incluindo o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Diferentes estudos forneceram evidências de que a vitamina D pode desempenhar um papel funcional na tolerância à glicose através dos seus efeitos sobre a secreção de insulina e a sensibilidade à insulina. Este estudo, publicado pelo periódico Diabetology and Metabolic Syndrome, avaliou os efeitos da suplementação de vitamina D na resistência à insulina no DM2.

Cem pacientes com DM2 (70 mulheres e 30 homens), com idades entre 30 e 70 anos, participaram do estudo. Eles estavam em dieta apenas ou em uso de metformina como monoterapia ou de metformina associada à glibenclamida ou à repaglinida. Os participantes foram avaliados quanto à clínica e a bioquímica. Foram dosadas a insulinasérica, a concentração de 25(OH)D e o HOMA-IR (Homeostasis Modelo f Assessment - Insulin Resistance). Todas as medições foram realizadas no início e no final do estudo. Os doentes receberam 50.000 unidades internacionais de vitamina D3, via oral, por semana, durante oito semanas. Após análises estatísticas, os resultados foram analisados por meio de ensaios descritivos e uma comparação entre as variáveis foi feita, quando apropriado.

Os dados mostraram melhorias significativas na glicemia plasmática de jejum, na insulinemia de jejum e nas médias do HOMA-IR após o tratamento com a vitamina D, sugerindo que a suplementação de vitamina D pode reduzir a resistência à insulina em pacientes com diabetes mellitus tipo 2.

Estudo completo em: Diabetology and Metabolic Syndrome, volume 5, de fevereiro de 2013





- COMENTÁRIO -

"Todo cuidado é pouco com esta doença silenciosa que tem abreviado a vida de tantas pessoas. Eu, Neo Cirne, sou filho de pais diabéticos, possuo diabete tipo II desde 1994, quando descobri que possuía esta doença incômoda. Eu diria que é a doença do Século, mais letal que o vírus do EBOLA.

Desde da época em que vi que estava doente passei por vários tratamentos, de toda ordem. Fui acompanhado por endocrinologistas de qualidade e busquei até tratamentos alternativos, diversos, até em florais em acreditei. Consegui um êxito relativo, bem discreto, mas a cura...NADA! 

Tenho que me monitorar e vigiar minhas atitudes diariamente, é uma luta constante. Virei escravo de uma doença que não tem cura. Parece até que não desejam descobrir a cura, pois esta doença de oferece uma alta fonte de renda para a indústria farmacêutica internacional. Afinal, segundo a OMS, no mundo somos mais de 1 bilhão de diabéticos, para uma população de quase 7 bilhões de pessoas no planeta.... Vocês podem imaginar o quanto as indústrias arrecadam com um imenso arsenal terapêutico que não resolve absolutamente nada. Assim, lentamente, vamos tomando nossos remédios, dietas complicadas e exercícios físicos que, simplesmente, retardam um pouco um quadro mais severo da doença... É como se brincássemos com a doença. Fingimos que nos tratamos enquanto ela, lentamente, destrói nossas vidas. 


Neo Cirne

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