segunda-feira, 16 de junho de 2014

"A PRIMEIRA MENSAGEM" - QUEM AMA EDUCA - Comentário de Neo Cirne

Bom dia amigos! Selecionamos como primeira mensagem desta semana a indicação de um livro do médico e escritor Içami Tiba, outro dia tive a oportunidade de ler seu livro "Quem Ama Educa", da editora Integrare, e fiquei impressionado com a linguagem clara com que aborda assuntos relacionados à Educação Infantil.



UBAV-Brasil tomou a liberdade de transcrever um trecho que fala do SIM e do NÃO, na interdependência de um e outro. O nosso país está em constante estado de aprendizado, por ser um país jovem ainda possui carências educacionais imensas. Diferente de outros países que têm uma cultura tradicional, o Brasil é um país de múltiplas raças, constitui-se num emaranhado maravilhoso de todas as etnias, com dezenas de religiões e dogmas, todas convivendo em harmonia. É um país que abriga tantas culturas e não possui uma cultura específica. É um país livre onde todos são bem-vindos. Vivemos, portanto, a autêntica democracia, abrigando em paz diversas tendências políticas. 

Enfim, a Educação do nosso povo é muito trabalhosa e difícil, pois convivemos com grandes diferenças. Porém, a Educação Familiar é tarefa dos pais, que devem arbitrar e orientar os filhos sobre a necessidade de que eles entendam a diferença entre a negação e a permissão de um desejo, fazendo com que entendam a qualidade do SIM e do NÃO, por este motivo selecionamos esta mensagem do renomado escritor e palestrante, Içami Tiba.

Tenham uma linda semana!

Neo Cirne






O “sim” só faz sentido se existe o “não”.

Ensine ao seu filho a diferença entre o “sim” e o “não”.

 - Por Içami Tiba

Para aprender a não jogar a comida, a criança precisa antes aprender o sentido do “não” – o que não acontece de uma hora para outra. As reações dos pais ensinam a criança a distinguir o “sim” do “não”. Quando a criança brinca em seu quarto, faz gracinhas, os pais riem e brincam junto. Isso é um “sim”. Quando está no cadeirão e tenta fazer o mesmo, os pais devem olhar para ela com expressão séria e dizer “não”. Não é uma bronca nem deve soar como se fosse; é apenas um ensinamento. A criança fica muito alegre quando brinca e interage; sua autoestima melhora, é verdade. Mas nem por isso a autoestima diminui ao ouvir um “não”.

O “sim” e o “não” estabelecem limites para a criança, que aprende o que pode e o que não pode fazer. O que a prejudica é repreendê-la por algo que ainda não sabia que não podia fazer. Nunca poder fazer algo é ruim, mas poder sempre também não é bom. O “sim” só faz sentido se existe o “não”.


Saber a diferença entre “sim” e “não” confere à criança poder de decisão sobre suas escolhas, poder que alimenta sua autoestima. Portanto, nem o “não” nem o “sim” traumatizam a criança, mas o mau uso dessas palavras.





Tim-Tim!

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