terça-feira, 27 de maio de 2014

"PAPO DO DIA: LEMBRANDO OS AMIGOS" - Por Neo Cirne

Meus queridos amigos, como é bom receber o carinho e a palavra dos amigos verdadeiros, que neste momento, em que necessitamos de uma palavra, se fazem presentes com o seu ombro amigo. Não foram muitos, apenas dois, mas que valem muitos. Não declinarei seus nomes, mas eles compreenderão que nesta hora, de conversar sobre sonhos, planos e rumos, é fundamental que consideremos inclusive o silêncio dos amigos momentaneamente ausentes. 

Por falar em amigos, quero ofertar a todos os amigos que possuímos, a mensagem a seguir, pena que não conheço a autoria e tenha chegado a mim através de uma propaganda. Porém, como fala de amigos de uma forma tão gostosa eu resolvi socializar com vocês, meus amigos.

Hoje, no site, também postamos, uma superdica para administrar o tempo e aproveitar melhor a Vida, de Dulce Magalhães. Completamos com a belíssima mensagem de Frei Jaime, que fala de um tema que adoramos, o amor. Vale a pena você ler estas palavras iluminadas de Frei Jaime Bettega, ele sempre coloca o melhor de sua emoção nas suas mensagens... Tim-Tim!

Bom dia!

Neo Cirne







AMIGOS SÃO ASSIM...


Meus amigos são todos assim... metade loucura, metade santidade.

Escolho-os não pela pele, mas pela pupila... Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

Fico com aqueles que fazem de mim "louco" e "santo".

Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.

Coisa de louco... Louco que senta, horas e horas, de conversa ou de silêncio, e espera a chegada da lua cheia.

Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Não quero deles só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria... Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem. Mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância, metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto. E velhos, para que nunca tenham pressa.

Preciso deles para saber quem eu sou, pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que, a normalidade é uma ilusão... estéril!



Tim-Tim!

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