sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A FAZENDA - Matéria comentada por Cristina Castro RJ

Amigos, bom dia. mais uma vez somos brindados com uma bonita história motivacional, A Fazenda, enviada pela nossa grande amiga Cristina Castro RJ. Suas matérias e seus comentários vieram de maneira definitiva abrilhantar o nosso site. Ano que vem, em fevereiro, após o nosso recesso de férias, que começará depois do resultado da votação final, Cristina comporá nosso novo grupo de colunistas, bem como Eliane Marques e outras pessoas que desejarem fazer parte de Ubav. 
Agradecemos imensamente a estas pessoas maravilhosas que se propuseram a ajudar o site de maneira voluntária, enviando mensagens para publicação.
O convite está aberto a todos os amigos que queiram compartilhar um pouquinho de suas emoções. 
Tim-Tim!
Neo Cirne




A fazenda

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sr. João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.


Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.


O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.


Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria. Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor àquilo que aceitei fazer. Os outros que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, olhavam admirados e comentavam entre si: "como ele pode pensar assim?"

O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância. Um dia o Sr. João pensou: "alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda". "Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda".


Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente.

Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:
"O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?"
A resposta do jovem veio logo: "em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi que não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas. Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agirmos, jogamos a responsabilidade do nosso insucesso nos ombros alheios. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos".

(Aut. desconhecida)



Comentário : Cristina Castro

Na vida só somos vítimas de nós mesmos, dos nossos medos, das nossas fraquezas, nossa preguiça.
Tudo é questão da atitude diante das circunstâncias. Podemos encarar o problema de frente , aceitá lo e viver daquele jeito ou se não for do nosso agrado, mudar as coisas , mas sempre com a certeza de que essa mudança só depende de nós, da nossa vontade.
Então se não estamos satisfeitos com alguma coisa , vamos à  luta ! ninguém é capaz de fazer isso por nós. " Não se acostume com o que não te faz feliz." 

Um grande abraço a todos os ubavianos...
Tim-Tim!


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