quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"TIM-TIM HISTÓRIA" - A ORIGEM DA CONTAGEM DO TEMPO - Por Ricardo Normando Ferreira de Paula / infoescola.com

A ORIGEM DA CONTAGEM DO TEMPO

Por Ricardo Normando Ferreira de Paula


De onde surgiu a necessidade de controlar o tempo? Por que acompanhamos sempre o relógio para controlarmos as nossas atividades cotidianas?


Cronologia  (o estudo do tempo) é uma das invenções fundamentais da espécie humana! É com base neste conjunto de conhecimentos que a civilização consegue, até os dias de hoje, controlar e organizar sua vida e suas atividades. Para compreendermos este costume tão cotidiano (às vezes nem nos damos conta de como a influência do relógio é importante em nossas vidas) é preciso recuar à aurora da humanidade.

Para os caçadores do Período Paleolítico, a posição dos astros e suas periodicidades eram usadas para saber quando a Lua  mudaria, em que períodos as diversas estações da natureza aconteciam e qual sua influência no comportamento e migração dos animais para que a caça e a pesca pudessem ser bem sucedidas. Como eles viviam em bandos, uma caçada mal sucedida poderia comprometer sua alimentação e, consequentemente, sua espécie.  Já no Período Neolítico, arar a terra, semeá-la e o período de colheita precisavam de medidas de tempo precisas para que os períodos mais favoráveis fossem observados para que cada fase da agricultura fosse completada com sucesso garantindo, assim, o prosseguimento da espécie em um dado local.

E estas medidas de tempo tinham por base fenômenos naturais repetitivos. Ora, antigamente, antecedendo à invenção da escrita, a humanidade não detinha conhecimentos acerca da construção de artefatos que os auxiliassem na medição do intervalo de tempo. Desta forma, recorrer aos fenômenos naturais que fossem periódicos tornava-se a ferramenta mais favorável naquele momento onde despontava a aurora da nossa civilização. Os fenômenos periódicos mais utilizados foram os movimentos dos corpos celestes e, a partir daí, estes fenômenos passaram a determinar as estações do ano, os meses e os anos. Exemplificando: há cerca de 20.000 anos, os caçadores faziam medição de tempo contando os dias entre as fases da Lua, por meio de marcações em gravetos e ossos.

As descobertas arqueológicas indicam que em todas as civilizações antigas, desde os primeiros hominídeos, algumas pessoas estavam preocupadas com a medição do tempo, seja por motivos religiosos, agrícolas ou de estudo dos fenômenos celestes (uma forma antiga de astronomia).

Os Sumérios (povo residente na mesopotâmia) chegaram a elaborar um calendário, que dividia o ano em 12 meses de 30 dias, sendo que os dias eram divididos em 12 períodos (que equivalem a duas horas), e dividiam cada um destes períodos em 30 partes (aproximadamente 4 minutos). Pelo período ocupado por essa civilização (entre 5.300 e 2.000 anos antes de Cristo), a precisão de seu calendário é fantástica!

Além dos sumérios, os Egípcios também tinham um calendário que utilizava os ciclos das fases da Lua, mas que passou a utilizar o movimento da estrela Sirius, que passa próxima ao Sol a cada 365 dias, na mesma época em que a inundação anual do Nilo tem início. Isto foi muito importante para o crescimento da civilização Egípcia. Heródoto (historiador grego) afirmou que “O Egito é um presente do Nilo.”, já que a região seria apenas um deserto se não houvesse este rio.

Podemos então sintetizar, afirmando que os fenômenos celestes é que determinavam o período de fertilidade da terra e o comportamento dos animais, grande preocupação de todos os povos.



Com o passar dos anos, muitos instrumentos para contar o tempo surgiram: relógios de areia, de sol, de água, a ampulheta... Até chegar aos modernos relógios atômicos... Mas isto é outra história!

Fonte: infoescola.com 

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COMENTÁRIO TIM-TIM!

Comentário de Neo Cirne

Recentemente realizei um comentário sobre o tempo e dizia que o tempo não existe e que é uma criação dos homens. Necessitados em registrarem os acontecimentos, suas datas marcantes e pontuando suas passagens pela vida. 
Eu disse também que nós, seres humanos, somos maiores do que o tempo, pois temos vida. Trazemos as nossas emoções, sentimentos e livre-arbítrio para, em caso de erro, podermos repensar e voltar atrás, tentando acertar mais uma vez. 
Lendo um texto enviado por nossa grande colaboradora Cristina Castro RJ, observei a ótica poético-discordante do autor anônimo, que falava da maneira que classificamos o tempo e achei muito interessante poder compartilhar com vocês... Vejam que lindo:

"A gente se acostuma a medir a vida em dias, meses, anos… Mas, será que é mesmo o tempo que mede a nossa vida? Ou a gente devia contar a vida pelo número de sorrisos? De abraços? De conquistas? Amores? De sucessos e fracassos?

Por que ao invés de dizer tenho tantos anos, a gente não diz: tenho três amigos, oito paixões, quatro tristezas, três grandes amores e dezenas de prazeres?

A gente vai vivendo e, às vezes, esquece que a vida não é o tempo que a gente passa nela, mas o que a gente faz e sente enquanto o tempo vai passando.

Dizem que a vida é curta, mas isso não é verdade. 

A vida é longa pra quem consegue viver intensamente as pequenas felicidades"


Autor: Desconheço



Tim-Tim!


UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO NO ESPORTE - ANDRÉ BRASIL - Comentário de Neo Cirne


CONHEÇA A HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO E SUCESSO DO ATLETA DA NATAÇÃO BRASILEIRA PARAOLÍMPICA


ANDRÉ BRASIL


Nascido como uma criança normal, André foi vacinado. Foi então que com cerca de três meses de idade, sua mãe notou uma diferença entre as pernas: a esquerda era mais leve. Levado ao médico foi constatado que ele era vítima de Poliomelite (paralisia infantil) por reação vacinal. Aos seus pais, chegou a ser dito que ele nunca mais andaria e até que possivelmente teria problemas mentais.   No primeiro momento após a notícia, houve uma pequena rejeição por parte de seu pai, mas tomado por amor ao primeiro filho e pela necessidade evidente de travar uma batalha para que as sequelas do vírus fossem minimizadas; rapidamente isso foi superado. Carlos e Tania se viram obrigados a iniciar o que podemos chamar de um verdadeiro tratamento de choque: submeter o filho a uma terapia que utilizava o choque como meio de estimulo elétrico para que o músculo respondesse e gerasse movimento.

Isso foi feito até que outro médico indicou a natação como forma de tratamento e principalmente atividade lúdica para que uma criança tão jovem não sofresse com o desgaste de intenso trabalho. Tania, sua mãe, chegou a ser chamada de louca por vizinhos, pois levava André, às 6 da manhã, para movimentar a perninha na piscina do prédio, fizesse chuva ou sol.
Ela trabalhava em 3 empregos e este era o único horário que tinham juntos. André passou sua infância em hospitais: até os 8 anos foram 7 cirurgias, várias terapias experimentais, muita natação e fisioterapia quase todos os dias... E muito choro: por não querer usar a calha (prótese) para dormir ou pelo cheiro do perfume da “torturadora” (a fisioterapeuta que o visitava em casa).  

Aos 9 anos sua mãe atendeu ao pedido do filho: não faria mais cirurgias e passaria a viver como uma criança normal (até então ele não sabia se quer o que era jogar futebol).   André nunca teve privilégios. Apesar das dificuldades era tratado normalmente por seus pais e familiares. Recebia broncas e era reprimido quando necessário.   A natação foi de extrema importância na sua formação. Foi na borda de piscina que ele diz ter aprendido lições de disciplina, equipe e principalmente respeito!  Tomou gosto pelo esporte e logo integrou uma equipe competitiva: e foi se aprimorando, ganhando títulos e aprendendo a sonhar com os feitos de Gustavo Borges e Fernando Scherer “XUXA”. 

Foi então que se deu conta: os resultados eram bons, mas não o suficiente para me levá-lo a participar de Jogos Olímpicos. Então, afastou-se aos poucos daquilo que mais amava.  Sua mãe, como sempre incentivando no que fosse preciso, percebeu que era o momento do estudo e André foi para a faculdade!
Os treinos continuavam, mas sem a mesma intensidade.   Aos 20 anos, após assistir pela televisão as Paraolimpíadas de Atenas; André descobriu um novo ídolo: Clodoaldo Silva.  No mesmo evento conheceu um canadense que lhe chamou a atenção por ter a mesma deficiência que André: Benoit Huot – e que se tornaria um futuro adversário e um grande amigo.
Assim aquele sonho de infância de estar em uma Seleção e representar seu país reavivaram em sua mente!  Em 2005 André entrou para o esporte Paraolímpico e começou a competir com atletas com deficiência. Em sua primeira competição quebrou um recorde Mundial, na segunda outro, e na terceira, mais outro recorde (todos eles eram então do amigo Benoit).    E o mesmo meio que devolveu o sonho, o tirou... Ao participar de um evento, André foi considerado inelegível para o esporte.  (Uma pessoa com deficiência era impedida de praticar a modalidade?)  




André teve novamente que aprender como a vida é, e como é preciso acreditar e lutar para alcançar nossos objetivos.  Graças a sua família: pais, amigos, técnico e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro que acreditou em seu potencial, em Abril de 2006 André se reergueu e conseguiu mais uma conquista: a de voltar ao esporte e mostrar ao mundo sua capacidade.
 Com os seus passos “mancos”, mas firmes, que sabem aonde chegar, André não enxerga limites, só possibilidades.
Acesse e saiba mais sobre ele: http://www.andrebrasil.com/home




Comentário Tim-Tim!

Meus queridos amigos, boa tarde. Ubav Brasil traz pra vocês uma bonita história de superação na natação brasileira. Trata-se da vida e glória de André Brasil, medalhista paraolímpico e três vezes recordista mundial. Esta matéria foi publicada no site http://historiasreaisdesuperacao.blogspot.com.br , a qual temo grande prazer em socializar com nossos leitores de Ubav-Brasil. A frase da vida do nosso campeão sempre foi esta...

“Eu quero, eu posso, eu consigo”.



“Tim-Tim!”

AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE - Matéria do Facebook de Denis Gomes enviada por Cristina Castro RJ



Quatro Leis da Espiritualidade 
ensinadas na Índia dizem o seguinte:


A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“. Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“. Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro...”. Não, o que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“. Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“. Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.



Comentário Tim-Tim!
Os conceitos espiritualistas orientais são maravilhosos. O texto dá uma pequena mostra do pensamento indiano, que é imensamente fértil e realmente, tudo vem no momento certo.
Em nossa nova linha de trabalho procuraremos enfatizar o pensamento espiritualizado. Tenham um bom dia!


Tim-Tim!

"BEM-VINDOS!" ... Conhecendo nossos visitantes - Destacamos o CABO VERDE - Por Neo Cirne

Bem-Vindos!... Conhecendo nossos visitantes


Meus queridos amigos, bom dia! Hoje UBAV-BRASIL teve o prazer de receber a visita de um país amigo, de idioma português e localizado na África. Continente onde UBAV, há dois anos atrás, na Costa do Marfim, realizou uma linda ação social. Em breve prevemos uma ação na Malásia, no continente asiático. Mostraremos algumas fotos do lindo país africano. Quem nasce em Cabo Verde é chamado de Cabo-Verdiano.
 Vamos conhecer um pouquinho  sobre o nosso visitante do dia, o CABO VERDE. Os detalhes foram pesquisados no site de pesquisa, wikipedia.org, a quem agradecemos.







Cabo Verde, oficialmente República de Cabo Verde, é um país insular africano e um arquipélago de origem vulcânica, constituído por dez ilhas. Está localizado no Oceano Atlântico, 640 km a oeste de Dacar, no Senegal. Outros vizinhos são a Mauritânia, a Gâmbia a Guiné-Bissau, todos na faixa costeira ocidental da África que vai do Cabo Branco às ilhas Bijagós. Curiosamente, o Cabo Verde que dá nome ao país não se situa nele, mas a centenas de quilómetros a leste, perto de Dacar, no Senegal.

Foi descoberto em 1460 por Diogo Gomes ao serviço da coroa portuguesa, que encontrou as ilhas desabitadas e aparentemente sem indícios de anterior presença humana. Foi colónia de Portugal desde o século XV até sua independência em 1975.


Tim-Tim!


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