quarta-feira, 9 de outubro de 2013

UMA HISTÓRIA DE VIDA - ESTRELAS DO MAR - Por Neo Cirne

Meus queridos, como última mensagem do dia, quero deixar esta passagem, de autoria desconhecida, que nos ensina a fazer o bem, fazer a diferença, acreditando na reconstrução desta linda obra de Deus chamada Vida, quer seja humana, animal ou vegetal. Temos de possuir a consciência que nós, você e eu, somos as mãos de Deus nesta tarefa de restaurar os danos causados á natureza por nossos irmãos, durante tantos séculos. Torna-se claro o pensamento de que sujar é mais fácil que limpar, abandonar é mais fácil do que preservar e matar é muito mais fácil do que fazer uma vida e cuidá-la. Os pensamentos negativos devem ser banidos da sociedade e fortemente reprimidos pelas leis de cada país. O homem está embriagado com tanta notícia ruim que esqueceu os seus melhores valores numa curva qualquer do passado. Pode dar mais trabalho zelar, limpar e proteger a Vida, mas esta é a nossa missão e devemos aceitá-la com muito amor.
-Neo Cirne- 

Vamos à matéria da noite:




ESTRELAS DO MAR

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.

Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.

Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.

"Você não vê! --explicou o jovem-- A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se.

"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor e disse:

"Para essa aqui eu fiz a diferença..."

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.


(Autor desconhecido)



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