quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"ESPIRITUALIDADE TIM TIM!" - UMA HISTÓRIA DE AMOR - Por Neo Cirne


Amigos queridos, selecionamos neste espaço novo do site, inaugurar com uma linda história de amor, de autoria desconhecida, mas com uma grande mensagem. Abrimos este espaço para todos os movimentos espiritualistas que desejem realizar alguma divulgação de suas atividades. Espero que gostem do novo espaço e enviem matérias ou comentários que desejarem. Obrigado e Tim-Tim!



Uma História de Amor


 O amor tem dimensões ilimitadas. Tudo pode. Tudo realiza. Tudo empreende. O verdadeiro amor é capaz dos maiores sacrifícios, para o bem estar do ser amado. Num mundo em que se ouve falar muito em buscar a própria felicidade, em alcançar sonhos pessoais, sem pensar em mais ninguém, a história daquele casal idoso é exemplar, vejam.



UMA HISTÓRIA DE AMOR

- Autoria Desconhecida -

Eles viviam felizes, há muito tempo. Não tinham filhos.

Certo dia, quando a senhora estava na cozinha, um acidente aconteceu e ela se viu envolta em chamas.

O marido atendeu aos seus gritos e, no intuito de a salvar, acabou por ser também atingido pelo fogo.

As chamas o envolveram, queimando-lhe os braços, mas permitindo-lhe libertá-la do fogo.

Quando os bombeiros chegaram, pouco restava da casa. A ambulância levou o casal ao hospital.


Ambos, por seu estado grave, foram internados no Centro de Terapia Intensiva.

Quando o marido foi liberado, buscou o quarto da sua esposa. Ela estava deitada e logo que o viu, manifestou o seu desespero.

Não desejava mais viver, dizia. O fogo atingira todo o seu rosto e ela estava deformada.

Sou um monstro! Disse ao marido.

Ele se aproximou do leito e falou:

Minha amada, na tragédia que sofremos, meus olhos foram atingidos. Estou cego.

Por isso, não se preocupe. Para mim, você continuará linda, como sempre foi.

A imagem que tenho guardada em minha mente é a que terei na memória, para o resto dos meus dias.

Deus é muito bom. – completou ela – Você não precisará contemplar a minha deformidade.

Abraçaram-se. Choraram.


Mais algum tempo e ei-los de retorno ao novo lar. Uma pequena e acolhedora casa.

Ela passou a ter para com o marido cuidados especiais, considerando a sua deficiência visual.

Era toda atenção, delicadeza. Uma nova seiva de vida parecia circular em suas veias. E todo dia, recebendo aquelas manifestações de amor, ele dizia:

Como eu te amo!

Ela reencontrara razão para continuar a viver e se sentir feliz.

Vinte anos depois, em uma madrugada, ela abandonou o corpo, rumo à Espiritualidade.

Amigos solícitos auxiliaram nas tratativas para o sepultamento.

O marido compareceu sem os óculos escuros e sem sua bengala, andando firme.

Debruçou-se sobre o corpo da amada, com quem compartilhara os dias por tantos anos, beijou-a inda uma vez e tornou a expressar:

Como és linda. Como eu te amo!

Um amigo mais próximo manifestou a sua surpresa. O que acontecera: Algum milagre lhe devolvera a visão, naquele momento de dor?

Não, respondeu o homem. Nunca tive problema visual. Assim disse, para que pudéssemos continuar a viver, sem traumas para ela.

Acreditando que eu não podia enxergar as sequelas do fogo em seu rosto, pudemos viver felizes por mais 20 anos. Felizes e apaixonados, um ao outro servindo em significativos gestos de amor.

  
O amor é a mais poderosa expressão do sentimento. É de essência divina, por facultar a sublimação dos sentimentos.

Quando esplende no coração, se faz dínamo gerador de energias propiciadoras de vida, fertilizando os seres.

Não foi por outra razão que Jesus o transformou no mandamento maior, aquele de mais alto significado, que abrange todas as aspirações e ideais da criatura humana.


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MENSAGEM FINAL



CARTA DE UM FETO A SUA MÃE

(Postado por Liêda Tourinho no Facebook) 


Querida mamãe,
Não tenho palavras para exprimir-te a ansiedade e a sofreguidão com que me precipitei sobre aquele pequenino globo de luz que me ofereceste como semente abençoada, colocando-me a ele, como um náufrago agarra-se à tábua salvadora.

Depois, tranquilizei-me. Afinal, já era senhor de um grânulo microscópico, um pequeno torrão de açúcar, repleto de energia. Todinho meu! Senti-me importante, recebera de ti e de meu pai uma herança de valor inestimável. Veio, então, aquela sensação gostosa de potência, de que eu era capaz de vencer, apesar de todas as angústias que trazia por dentro.

Escorreguei, depois, por um longo tubo, como se estivesse em um tobogã, rolei, rolei e caí em uma caverna escura, mas, engraçado!, não tinha medo. O seu interior era aconchegante, com sucos nutritivos, poças cheias de líquidos tépidos e solo de veludo.

Todos os mecanismos da minha herança trabalhavam a pleno vapor. Eu já tinha o tamanho de uma cabeça de alfinete. Intimamente, sabia que alguma coisa não funcionava bem, mas eu tinha fé, acreditava que aquela angústia que trazia por dentro, um dia, terminaria.

Como o barro nas formas de oleiro, plasmava meu corpo nas retortas desta caverna. Desenvolvi-me. Cresci, obedecendo a um programa inexplicável.

Um dia, mostraram a minha imagem para ti, aconselhando-te a expulsar-me, porque era malformado, trazia imperfeições. "Era um monstro!", Foi uma tempestade dentro da caverna, onde me abrigo, Tuas lágrimas eram chuvas torrenciais. Teus pensamentos, raios fulminantes de luminosidade terrível a espraiar-se no ambiente escuro: "Por que Deus me esqueceu? Por que me castigou? Por que recebo em meu ventre um fruto deteriorado? De que me culpam?"

Recolhi todos os teus pensamentos e todas as suas angústias. E, desesperado,

do fundo da minha inconsciência, respondi:

"Mamãe, Deus não te esqueceu. Ele te escolheu! A mãe de filhos eficientes é missionária do amor, mas as dos deficientes, são anjos dos Céus engastados na Terra.

Sou um fruto deteriorado, mamãe, mas estou deficiente, não sou deficiente!

Momentaneamente minha forma está defeituosa, mas, no fundo do meu inconsciente, eu não sou assim.

Não te culpes, mãe! Não te culpes pela minha apresentação! Quando te mostrarem, novamente, o meu retrato na caverna, tenha piedade da minha pobre forma e dá-me a chance de viver o quanto me foi designado!

Preciso de ti, da tua ternura, da tua renúncia. Levarás contigo, para sempre, a minha gratidão.

Sou viajor do infinito, meu tempo é determinado por Deus.

Recolheste as minhas respostas de forma imprecisa.

Já é noite alta, no momento em que um computador invisível ajuda-me a grafar-te estes meus pensamentos.

Amanhã deverias internar-te para retirar-me à força da caverna. Estava tudo marcado.

Acabas, no entanto, de ler o jornal, em que viste a pequenina mão de um feto a segurar o dedo do cirurgião que o estava operando no ventre materno, para salvá-lo da morte. Nesse momento, foi como se recebesses, de forma clara, de uma só vez, todos os meus pedidos de socorro. Decidiste que eu continuarei a viver o tempo que me foi determinado.

Ah!, mãe, não podes ouvir, perfeitamente, meu choro de alegria, mas registra os meus pensamentos inarticulados:

Obrigado, mãe! És o anjo do Céu que me arranca das trevas para a luz!

Um dia, após a minha morte, quando as estrelas voltarem a brilhar no meu Céu

novamente, nós tornaremos a nos encontrar! Abraçar-nos-emos, sorrindo e chorando de felicidade, porque minha forma estará tão bela como a luz do luar!

Até sempre, anjo da minha vida!

Beijos do filho grato, que não te esquece.



-Texto de Marlene Nobre, do livro O clamor da Vida-


(Editora FEB)





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